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Angola

Angola vai ter apoio de banco estatal da Polónia no investimento privado

O Governo angolano e o banco estatal polaco Bank Gospodarstwa Krajowego vão celebrar um memorando que visa facilitar o investimento privado em Angola e as exportações.

O memorando de entendimento será rubricado entre o Ministério das Finanças de Angola e o BGK - banco estatal de desenvolvimento da Polónia

PAULO NOVAIS/EPA

O Governo angolano e o banco estatal polaco Bank Gospodarstwa Krajowego (BGK) vão celebrar um memorando de entendimento que visa facilitar o investimento privado em Angola e as exportações, segundo um despacho presidencial consultado, esta sexta-feira, pela Lusa. De acordo com o despacho aprovado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, de 3 de janeiro, Angola e a Polónia “pretendem expandir as relações económicas, de cooperação empresarial e diplomática para fins pacíficos, com base na igualdade e benefício mútuo”.

O memorando de entendimento será rubricado entre o Ministério das Finanças de Angola e o BGK – banco estatal de desenvolvimento da Polónia -, visando “facilitar o investimento privado e os negócios a nível da exportação”. A Lusa noticiou a 8 de dezembro que o BGK vai financiar a empreitada de 59,7 milhões de euros da Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe, em construção no sul de Angola com apoio do Governo da Polónia.

De acordo com informação de um outro despacho presidencial a que a Lusa teve na altura acesso, é necessário “expandir o escopo de trabalhos” do projeto de construção daquela academia, com inauguração prevista para 2017. Para o efeito, e no âmbito do programa de capacitação, modernização e revitalização do setor das pescas em Angola, o despacho aprova a terceira fase do contrato de construção, equipamento, serviços e programa educacional da Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe pelo valor máximo de 63.157.894 dólares (59,7 milhões de euros).

Distribuída por seis edifícios já construídos e com capacidade para receber cerca de 500 alunos, a academia terá cursos superiores em áreas de eletricidade, eletrónica, gestão costeira, navegação, exploração de portos e frotas, computação, desenho técnico, processamento de pescado, aquicultura ou oceanografia, entre outros. A Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe foi formalmente criada por despacho presidencial de 18 de maio último, sendo justificada no documento, pelo Governo, com a aposta no desenvolvimento do setor pesqueiro nacional.

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