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Qatar. Egito fecha espaço aéreo e agrava clima de tensão na zona

Este artigo tem mais de 4 anos

O Egito fechou esta terça-feira todo o espaço aéreo a aviões do Qatar. É o mais recente desenvolvimento no corte diplomático com o Qatar, anunciado por seis países vizinhos esta segunda-feira.

A Qatar Airwyas é a quinta maior companhia aérea do mundo se tivermos em conta o número de países servidos: 73
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A Qatar Airwyas é a quinta maior companhia aérea do mundo se tivermos em conta o número de países servidos: 73

FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images

A Qatar Airwyas é a quinta maior companhia aérea do mundo se tivermos em conta o número de países servidos: 73

FAYEZ NURELDINE/AFP/Getty Images

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O Egito fechou oficialmente o seu espaço aéreo a aviões provenientes do Qatar às 4h00 desta terça-feira. Este é o mais recente desenvolvimento na crise diplomática que já envolve seis países. A Arábia Saudita e o Bahrein devem seguir esse exemplo ainda durante esta terça-feira.

Estes três países juntam-se à Líbia, Iémen e Emirados Árabes Unidos (EAU) que cortaram relações diplomáticas com o país esta segunda-feira acusando o Qatar de apoiar terroristas na região. Em causa está o apoio do governo a grupos islâmicos e as relações entre o Qatar e o Irão – o maior rival da Arábia Saudita no Golfo.

O que está em causa na crise diplomática com o Qatar? Cinco perguntas e respostas

As perturbações ao nível dos transportes já se fazem sentir no aeroporto de Doha, um dos maiores do mundo e uma importante plataforma de transporte aéreo para a região. As principais companhias aéreas (Qatar Airways, Etihad Airways e Emirates) são as mais afetadas. A Qatar Airways é a quinta maior companhia aérea do mundo tendo em conta o número de países servidos: 73.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Sheikh Mohammed Bin Abdulrahman al-Thani, garantiu à Al Jazeera que o país “ainda vai ter acesso ao mundo através das rotas marítimas internacionais e do espaço aéreo internacional”. Pelo menos 15 aviões da Qatar Airways passaram por espaço aéreo da Somália esta segunda-feira, avança a AFP, muitos mais do que num dia normal.

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A Emirates Airways e a Etihad Airways anunciaram que a partir desta terça-feira todos os voos de e para Doha estão suspensos.

A Qatar Airways anunciou esta manhã a suspensão de todos os voos de e para a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito.

De e para Lisboa não há, à partida, constrangimentos na circulação. “Não temos ligações com a Qatar Airways e, por isso, não há constrangimentos. “Os voos da Emirates estão todos a chegar a horas” confirmou uma fonte do aeroporto de Lisboa ao Observador. Provavelmente, será “ao nível de Paris ou Frankfurt [plataformas de escala]” que se registam atrasos ou cancelamentos.

Todos os habitantes qatarianos a residir no Bahrein, Arábia Saudita e EAU foram notificados e advertidos de que têm duas semanas para abandonar os países onde se encontram. Já os diplomatas do Qatar no Egito e nos EAU têm 48 horas para regressar ao país de origem.

Num país quase inteiramente dependente de bens e alimentos importados, um corte diplomático desta dimensão pode-se revelar um problema. A AFP dá conta de filas longas nos supermercados.

Uma grande quantidade de bens passa pelas fronteiras da Arábia Saudita – agora fechada – e essa rota é também importante para a entrada de materiais de construção (o país prepara-se para o Mundial de futebol de 2022). As exportações do Qatar resumem-se a petróleo e gás e são feitas maioritariamente por mar, por isso não devem ser imediatamente afetadas. O Qatar nega apoiar grupos jihadistas e pede um “diálogo de abertura e honestidade”.

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