Sondagens

Sondagem. PS e António Costa resistem a crises de verão

1.088

Apesar de ter caído face a julho, o Primeiro Ministro continua a ser o líder partidário mais popular, diz sondagem Aximage. PS também caiu mas mantém-se no topo -- e até aumentou distância para o PSD.

CARLOS BARROSO/LUSA

Incêndios, assaltos, casos, demissões, remodelações. O de 2017 foi um verão para esquecer para o governo PS mas, atesta a sondagem Aximage feita nos passados dias 29 e 30 de agosto para Jornal de Negócios e Correio da Manhã, tanto o partido como o primeiro ministro, António Costa, seguem praticamente incólumes rumo ao outono.

Apesar de ter caído um ponto percentual relativamente ao mês anterior, o PS, com 43%, não só continua líder de intenções de voto como ainda conseguiu aumentar a distância que o separa do PSD, que não foi além dos 22,9%. O BE também caiu um ponto, fixando-se nos 9,1%; a CDU mantém-se nos 7,8% e o CDS perdeu apenas uma décima e tem 5,2% das intenções de voto dos portugueses.

Avaliado pelos eleitores numa escala diferente, António Costa conseguiu 12,9 pontos em 20 — em julho tinha conseguido 13,1, acusando os acontecimentos do mês antecedente, em que os portugueses inquiridos lhe tinham dado 15,6. Já Pedro Passos Coelho, líder do PSD, manteve-se igual a julho, com nota negativa: 4,7. Assunção Cristas (CDS) desceu dos 7,8 para os 7,2; Jerónimo de Sousa (PCP) subiu dos 9,9 para os 10; e Catarina Martins (BE) dos 10,6 para os 11,3.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: tpereirinha@observador.pt
Abusos na Igreja

Católicos anticlericais precisam-se

António Pimenta de Brito

Tristemente e depois de vários países com centenas, milhares de casos e figuras altas da Igreja acusadas e condenadas, os negacionistas ainda existem. Sejam eles noutros países, mas no nosso também.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)