Emprego

Taxa de emprego na OCDE sobe e Portugal tem das subidas mais elevadas

A taxa de emprego na OCDE aumentou 0,2 pontos percentuais no segundo trimestre, face ao anterior, para 67,6%, com Portugal a apresentar uma das subidas mais elevadas (seis décimas).

Portugal apresentou a terceira subida mais alta no segundo trimestre entre os países-membros da OCDE

PAULO NOVAIS/LUSA

A taxa de emprego na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) aumentou 0,2 pontos percentuais no segundo trimestre, face ao anterior, para 67,6%, com Portugal a apresentar uma das subidas mais elevadas (seis décimas).

De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pela OCDE, a taxa de emprego em Portugal no segundo trimestre foi de 67,3%, acima do valor observado um ano antes (64,9%) e no trimestre anterior (66,7%).

Portugal apresentou assim a terceira subida mais alta no segundo trimestre entre os países-membros da OCDE, depois da Grécia (oito décimas, para 53,6%) e Espanha (seis décimas, para 61%).

Em termos homólogos, no conjunto dos países, a taxa de emprego (percentagem de pessoas com emprego entre a população com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos) tinha sido 66,4% no segundo trimestre do ano passado.

Na zona euro, a taxa de emprego subiu dos 65,9% observados no primeiro trimestre para os 66,2% (dos 65,3% registados um ano antes).

Este valor está 3,2 pontos percentuais acima do mínimo registado em 2009, mas ainda um ponto abaixo do nível alcançado em 2008, antes de se fazerem sentir os efeitos da crise económica, sinaliza a OCDE em comunicado.

Foram também registadas subidas de duas décimas no Japão (para 75,2%) e nos EUA (para 70%).

Do lado das descidas, a OCDE destaca o México (três décimas para 61,1%) e a Nova Zelândia (de duas décimas para 76,2%).

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