Cultura

Vodafone: música para os nossos ouvidos

O envolvimento da Vodafone nos festivais Vodafone Mexefest e Vodafone Paredes de Coura não só tem dado a conhecer novos talentos da música como tem aproximado e valorizado a marca junto do público

“A nossa presença no Vodafone Mexefest e no Vodafone Paredes de Coura reflete a forma como as pessoas olham para a marca Vodafone, porque damos personalidade aos festivais, e não apenas o nome”. Leonor Dias, diretora de Marca e Comunicação da Vodafone, é perentória ao falar do impacto que estas duas iniciativas musicais têm na marca, e da forma como desenha a sua presença de forma a acrescentar valor aos festivais. ”Também a Vodafone FM, ao garantir uma presença durante 365 dias por ano, reforça a nossa credibilidade nesta área. Este é um posicionamento muito sólido, bem pensado, estruturado, coerente e que nos deixa muito satisfeitos”, conta a responsável ao Observador Lab, no rescaldo de uma mais uma edição de sucesso do Vodafone Mexefest, que levou a Lisboa nomes como Cigarettes After Sex, Everything Everything, Destroyer, Sevdaliza, Manel Cruz, Moullinex ou Orelha Negra, entre muitos outros.

A postura ativa nestes dois festivais nos últimos anos tem sido concretizada nas mais diversas iniciativas. “O público dos festivais da Vodafone é muito culto. Não só em relação a música. Adoram arte, cultura. Daí termos criado ativações como as Vodafone Vozes da Escrita, com sessões de poesia, prosa e canções, ou as Vodafone Music Sessions, concertos intimistas para 30, 40 pessoas na lindíssima vila de Paredes de Coura; ou a biblioteca digital que colocámos em árvores, com downloads gratuitos de livros; e ainda o Vodafone Blackout Room, este último no Vodafone Mexefest, onde as pessoas assistiram a concertos com as luzes totalmente apagadas. Isto são experiências sensoriais. O nosso público culto está muito atento às novas tendências e aberto a ações deste tipo.”, relata Leonor Dias.

E os resultados não podiam ser melhores. “Todos os anos o feedback que temos dos festivaleiros é a enorme vontade de voltarem. É sempre acima dos 85%, que é um valor ótimo. Outra é o nível de satisfação, que de 0 em 10 é sempre à volta dos 9, o que também não é nada normal. E o grande número que pessoas que recomendaria estes dois festivais a familiares e amigos”, explica a diretora de Marca e Comunicação da Vodafone.

Vodafone, sinónimo de “dinamismo, prestígio e sofisticação”

É totalmente alinhado com este feedback positivo que se encontra, por exemplo, Sérgio Sanches, um fã acérrimo de música e consumidor habitual do Vodafone Mexefest. “A Vodafone passa uma imagem de dinamismo, prestígio e sofisticação ao apostar nestes dois festivais, que primam pela boa seriação musical, que são tidos como de culto e que diferem do tradicional festival massificado onde, por vezes, a música assume o segundo plano”, frisa o professor de matemática do ensino secundário, de 40 anos.

O mesmo festivaleiro, que já foi a quatro edições do Vodafone Mexefest, destacando os concertos de Sevdaliza (este ano), Ariel Pink (2015), Tune Yards (2014) e Daughter (2013), não tem dúvidas: “A Vodafone, enquanto marca, está mais próxima do público não mainstream: o consumidor de boa música e bons eventos culturais. A presença na rádio acaba por consolidar essa aproximação. Espero que não perca o individualismo e distinção na forma como o faz”, frisa Sérgio Sanches, destacando ainda “o papel de relevo” do Vodafone Mexefest “no nosso panorama cultural” e “a diversidade e escolha inteligente dos espaços” onde decorre.

Para além de uma relação de maior proximidade e interação com o seu público, a aposta em novos talentos da música, nacional e internacional, é outra grande conquista que resulta da associação da Vodafone a estes dois festivais. “É óbvio que ficamos muito contentes com o facto do Vodafone Mexefest e do Vodafone Paredes de Coura terem ambos esgotado este ano, mas não é isso que nos move. O que nos move é oferecer música de qualidade”, reforça Leonor Dias. A responsável explica: “Queremos dar voz aos artistas quando eles ainda estão numa fase embrionária. Abraçamos projetos que revelem novos talentos e novas sonoridades. Fazer isso é muito coerente com o posicionamento que temos no mundo dos negócios de que é exemplo todos os programas de apoio que temos a start-ups. É curioso olharmos para trás e vermos que a Vodafone Mexefest já apresentou alt-J, James Blake, Benjamin Clementine, etc, todos nomes que entraram no cartaz antes de ganharem os Mercury Prize Awards. As pessoas sabem que os artistas dos nossos festivais vão “explodir” pouco depois. As pessoas valorizam este nosso conceito de quase futurologia musical, antecipar o que vai estar a dar daí a um ano ou seis meses”, adianta Leonor Dias.

E como os novos talentos da música rimam com futuro, a diretora de Marca e Comunicação da Vodafone Portugal frisa que “isso casa muito bem com o novo posicionamento da marca, que fala do futuro. Diz que vai ser incrível. A marca quer abraçar este futuro incrível em conjunto com o seu público, porque quer ser próxima, quer ser uma companheira, quer caminhar junta”. E já diria Fernando Pessoa, “o caminho faz-se caminhando”.

Conteúdo produzido pelo Observador Lab. Para saber mais, clique aqui.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: obslab@observador.pt

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site