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Primeiro-Ministro

Costa defende que acordos sobre “temas estruturantes” devem ser o “mais alargados possível”

Para o primeiro-ministro, o futuro de Portugal "deve merecer um acordo o mais alargado possível sobre aquilo que devem ser as traves mestras do desenvolvimento do país entre 2020 e 2030".

Paulo Cunha/LUSA

O primeiro-ministro defendeu esta terça-feira que os acordos sobre “temas estruturantes” para o país, como a descentralização do Estado e os fundos comunitários, devem ser o “mais alargados possível”.

“Gostaria de sublinhar que, tal como constava do programa de Governo e é desejável, possa haver acordo o mais alargado possível sobre temas que são tão estruturantes para a organização do Estado, como é a descentralização”, afirmou António Costa, em Guimarães, à margem da apresentação de uma nova plataforma de vendas online.

Para o primeiro-ministro, o futuro de Portugal “deve merecer um acordo o mais alargado possível sobre aquilo que devem ser as traves mestras do desenvolvimento do país entre 2020 e 2030”. António Costa e o presidente do PSD, Rui Rio, formalizam na quarta-feira, ao final da tarde, os acordos entre Governo e os sociais-democratas sobre descentralização e os fundos comunitários após 2020.

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