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Protestos contra política migratória dos Estados Unidos reúnem várias personalidades em Lisboa e no Porto

Este artigo tem mais de 4 anos

A manifestação "Famílias Unidas, Não Divididas" está marcada para esta quinta-feira em Lisboa (Largo Camões) e no Porto (Praça Carlos Alberto) e vai contar com a presença de várias personalidades.

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Getty Images

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Várias figuras do mundo político e da sociedade vão juntar-se numa manifestação contra a política migratória dos Estados Unidos, com o lema “Famílias Unidas, Não Divididas”. Os protestos estão marcados para esta quinta-feira, pelas 19h, em Lisboa (Largo Camões) e no Porto (Praça Carlos Alberto) e surgem depois da divulgação de imagens da separação das crianças dos seus pais — imigrantes ilegais que tentaram atravessar a fronteira do México com os Estados Unidos.

Entre as mais de 100 personalidades que subscreveram às concentrações, encontram-se nomes como o de Ana Rita Bessa, deputada do CDS, André Silva, deputado do PAN, Fernando Negrão, líder parlamentar do PSD, e Mariana Mortágua, deputada do Bloco de Esquerda. A manifestação vai contar também com a presença de figuras públicas como Camané, Benedita Pereira, Catarina Furtado, Luaty Beirão, Lúcia Moniz, Richard Zimler, Sérgio Godinho, Valter Hugo Mãe, entre outros.

O texto da convocatória critica a situação das crianças que são separadas dos seus pais na fronteira dos Estados Unidos com o México e colocadas em centros de detenção formado por celas. “O conhecimento dos detalhes de toda esta prática só aumenta a nossa convicção de que estamos perante um ato cruel e de flagrante violação de direitos humanos”, lê-se no texto.

“As crianças, algumas apenas com seis anos de idade, terão sido propositadamente separadas dos seus pais pelas autoridades norte-americanas como forma de dissuadir os fluxos migratórios para os Estados Unidos”, acrescenta o documento, reforçando a sua “indignação e protestos veementes contra esta política desumana e indigna de qualquer sociedade civilizada e democrática”.

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Entretanto, Donald Trump assinou esta quarta-feira uma ordem executiva que acaba com a separação de famílias de imigrantes ilegais na fronteira. O documento indica que os pais e filhos possam ficar detidos no mesmo local e por tempo indeterminado e que no caso os imigrantes ilegais terem filhos, estes devem ter prioridade nos processos de regularização.

José Manuel Pureza, deputado do Bloco de Esquerda e um dos responsáveis pela concentração, afirmou que este é um passo que demonstra que Donald Trump “parece estar a dar sinais de ceder à pressão social” e reforçou a importância de garantir “que todas as crianças são reunidas com as suas famílias e, sobretudo, que isto não se volte a repetir por outras formas”. A manifestação desta quinta-feira, conclui, “é agora mais importante do que nunca”.

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