Cerca de metade de todos os edifícios analisados até agora nas áreas afetadas pelos incêndios na região grega de Ática, perto de Atenas, encontram-se inabitáveis, anunciou esta quinta-feira o ministério grego das Infraestruturas.

De um total de 2.489 edifícios analisados por 340 peritos do ministério, 1.218 (48,93%) foram declarados inabitáveis e os restantes 1.271 (51,07%) foram considerados habitáveis.

[frames-chart src=”https://s.frames.news/cards/grecia-area-ardida/?locale=pt-PT&static” width=”300px” id=”768″ slug=”grecia-area-ardida” thumbnail-url=”https://s.frames.news/cards/grecia-area-ardida/thumbnail?version=1532440678962&locale=pt-PT&publisher=observador.pt” mce-placeholder=”1″]

Segundo Evánguelos Burnús, prefeito da cidade portuária de Rafina, localizada a cerca de 30 quilómetros de Atenas, os edifícios analisados constituem apenas 65% de todas as habitações da área. Até ao momento foram retiradas das ruas cerca de 305 viaturas carbonizadas, para facilitar as operações de desimpedimento e limpeza.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Stavroula Maliri, porta-voz dos bombeiros, afirmou que existem já 81 vítimas mortais confirmadas, das quais quatro são turistas, afirmando também que é possível que “algumas das pessoas desaparecidas” estejam entre as vítimas mortais, referindo que o estado dos corpos dificulta as identificações.

Equipas de resgate da Cruz Vermelha encontram-se em Mati, localidade costeira situada na região de Rafina fortemente afetada pelos incêndios, analisando a situação casa a casa.