Lisboa, Setúbal, Algarve e Porto acolhem as ruas mais caras para comprar casa em Portugal, concluiu um estudo de mercado divulgado esta terça-feira. O estudo, realizado pela plataforma online de imobiliário Idealista, procurou apurar quais as 10 ruas mais caras do país.

Em primeiro lugar ficou a Rua do Salitre, que liga a Avenida da Liberdade ao Largo do Rato, em Lisboa. Aqui, o preço médio da habitação é de 2.820.312 euros. O segundo lugar do pódio cabe à Urbanização Soltroia, em Setúbal, onde o preço médio é de 1.926.818 euros. Lisboa recebe ainda a medalha de bronze. Na Rua Fernão Mendes Pinto, Belém, comprar um imóvel custa em média 1.912.731 euros.

Na lista constam também a Rua Dom Afonso Henriques (Cascais), o Loteamento Fonte Santa (Quarteira), a Rua A Gazeta D’Oeiras (Oeiras), a Avenida Marechal Gomes da Costa (Porto), a Avenida 24 de Julho (Lisboa), a Urbanização Varandas do Lago (Almancil) e a Avenida da República (Lisboa).

Localização Rua Preço médio (em euros)
Santo António (Lisboa) Rua do Salitre 2.820.312
Carvalhal (Setúbal) Urbanização Soltroia 1.926.818
Belém (Lisboa) Rua Fernão Mendes Pinto 1.912.731
Cascais (Lisboa) Rua Dom Afonso Henriques 1.839.138
Quarteira (Faro) Loteamento Fonte Santa 1.589.941
Oeiras/São Julião da Barra (Lisboa) Rua A Gazeta D’Oeiras 1.588.235
Porto (Porto) Avenida Marechal Gomes da Costa 1.520.000
Misericórdia (Lisboa) Avenida 24 de Julho 1.518.031
Almancil (Faro) Urbanização Varandas do Lago 1.460.909
Avenidas Novas (Lisboa) Avenida da República 1.445.990

A lista foi apurada através do cálculo do “preço médio absoluto de apartamentos e moradias anunciados na mesma rua”, considerando apenas as ruas onde existia pelo menos 10 imobiliários anunciados. No entanto, o Idealista salvaguarda que o “estudo apenas mostra os preços médios das ruas, o que não significa que sejam as casas mais caras de cada mercado”, pode ler-se no site.

O preço da habitação em Portugal disparou nos últimos três anos. No primeiro trimestre de 2018, a subida foi de 12,2%, a quarta maior subida na União Europeia — muito acima da média europeia, que ficou nos 4,7% de aumento.