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Maria Begonha eleita líder da JS com 72% dos votos

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Maria Begonha foi eleita líder da JS com 72% dos votos. Depois das polémicas em torno do seu currículo e de ter enfrentado pedidos de impugnação do congresso, a candidata única saiu mesmo vencedora.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Maria Begonha foi eleita, este domingo, a nova líder da Juventude Socialista (JS). Sem surpresas, a candidata venceu uma corrida em que participava sozinha e fê-lo com amplo apoio dos militantes: com 72,37% dos votos. Do universo de 228 votos, 165 foram a favor, 47 brancos e 16 nulos. A recém-eleita secretária-geral da JS é a 13ª líder da história da JS.

A parte final do percurso de Maria Begonha ficou manchada por polémicas. Além de ter prestado informações falsas no seu currículo e na nota biográfica que estava disponível no site oficial da sua candidatura, como o Público e o Observador noticiaram, a recém-eleita líder da estrutura viu o seu nome envolvido em casos relativos às avenças recebidas na Câmara Municipal de Lisboa.

A sucessora de Ivan Gonçalves enfrentou ainda várias tentativas de impugnação do congresso deste fim-de-semana, que acabou por ditar a sua eleição. A última foi este sábado, quando os trabalhos tiveram de ser interrompidos para que se votasse um requerimento que pedia a nulidade do  XXI Congresso da JS. O requerimento foi chumbado e os trabalhos prosseguiram.

Poucas horas depois, Pedro Nuno Santos veio ao Complexo Desportivo de Almada defender a candidata. Num discurso forte e cheio de recados políticos, o Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares garantiu que as suspeitas que recaem sobre a nova secretária-geral da JS não têm fundamento. “A Maria Begonha não mentiu no currículo”, repetiu várias vezes ao longo da sua intervenção.

Já no início desta semana, o Expresso noticiou que o Ministério Público (MP) tinha aberto um inquérito ao caso dos erros e incongruências no currículo da nova líder da jota, na sequência de uma queixa-crime apresentada pelo militante da JS Gustavo Ambrósio no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa. Uma informação que o Observador confirmou junto de fonte do MP.

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