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Popularidade de Marcelo em queda há oito meses consecutivos

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O Presidente perdeu lugares, enquanto o primeiro-ministro recuperou a liderança do pódio de dirigentes partidários com melhor avaliação. Entre os ministros, o das Finanças conquista a melhor nota.

Este mês de janeiro, a popularidade do Presidente da República registou a descida mais acentuada

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A popularidade do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está em queda desde maio de 2018, de acordo com uma sondagem da Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã.

Marcelo registou, este mês de janeiro, uma nota de 15,9, numa classificação de zero a 20 — o pior valor de sempre e que está em queda há oito meses consecutivos. O Jornal de Negócios alerta para o facto de este valor não refletir a polémica em que o Presidente da República se viu envolvido com o telefonema em direto para a apresentadora Cristina Ferreira, na estreia do seu programa na SIC, na passada segunda-feira.

Em maio, o mês em que se começou a sentir a queda de popularidade, Marcelo Rebelo de Sousa, obteve uma nota de 18,3. Neste mês, a popularidade do Presidente da República registou a descida mais acentuada, embora tenha vindo a diminuir consecutivamente desde maio: em outubro e novembro a nota já era de 17; em dezembro era de 16,8.

Já o primeiro-ministro, António Costa, recuperou o primeiro lugar pódio de líderes partidários com melhor avaliação. Depois de, em dezembro, o lugar ter sido ocupado por Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, e por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, Costa volta a ser o líder mais popular com uma nota de 10,2.

Entre os ministros, é o das Finanças, Mário Centeno, que conquista a melhor avaliação, com 44% dos inquiridos a apontá-lo como o melhor. O segundo lugar vai para o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, com 6,9% das escolhas.

Quanto à intenção de voto, o PSD e o Bloco de Esquerda também registam uma descida: o PSD de 24,7% para 24,1% e o Bloco de 10% para 8,8%. Já o PS (de 37% para 37,7%), o CDS (de 8,7% para 9,4%) o PCP (de 6,3% para 7,2%) registaram uma subida.

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