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Quando o design é um – ou cinco – direito(s)

Deve o design ser um direito? A IKEA acha que sim. E tudo se resume a 5 dimensões: forma, função, qualidade, sustentabilidade e preço.

Afinal, de que serve um produto ser funcional, se ninguém o conseguir pagar? Ou quem precisa de qualidade, se ela não for sustentável? Na IKEA, design é sinónimo destas 5 dimensões. Porque umas não existem sem as outras. E nada existe sem design.

1. Todos temos direito a ter estilo. Em casa.

A verdade é que não há duas pessoas iguais. Nem duas casas iguais. E muito menos dois estilos iguais. Razão pela qual a IKEA anda, desde 1943, a desenhar tantas soluções quantas forem precisas para ter uma casa que só podia ser sua. Porque apesar de todos gostarmos das coisas simples da vida, há sempre espaço para uma extravagância. Como, por exemplo, o candeeiro IKEA PS 2014 – um candeeiro suspenso capaz de deixar as visitas a olhar para cima, mas que, ao contrário do seu desenho complexo, tem um funcionamento muito simples.

2. Todos temos direito ao bom e ao melhor. Preço.

Não há qualquer dúvida de que o melhor preço é aquele em que saímos a ganhar. Todos. É por isso que na IKEA, o design nunca é feito a pensar em preços baixos, mas antes em preços certos. Ou seja, no preço em que todos, desde o fornecedor da matéria prima até ao cliente final, saem a ganhar. Pensemos na manta VÅRKRAGE – podia ser só uma manta, mas não. É que além de ser elegante, é suave ao toque, pode ser usada como écharpe e ainda tem um preço… aconchegante.

3. Todos temos direito a soluções. Várias.

Sejamos honestos: há poucas coisas mais bonitas do que um produto que funciona na perfeição. A não ser, talvez, um produto que, além de funcional, seja lindo de morrer. Como uma mesa de apoio, que nos faz pensar até onde é que esta deve, mesmo, “apoiar”. Até onde conseguir? Ou até onde nós precisarmos? E se não apoiar até onde precisamos, será ela uma mesa de apoio? Ou “apenas” mais uma mesa? Pois é. Na IKEA, pensamos nisto. Basta pensar na GLADOM, uma mesa de apoio com um tampo amovível que serve de tabuleiro – fácil de limpar (feita em aço com revestimento em pó) e fácil de gostar. Tudo a um preço difícil de resistir.

4. Todos temos direito a ser mais. Sustentáveis.

Hoje em dia – sobretudo –, sabemos que o melhor design é aquele que poupa os recursos naturais do planeta. Não só os que são precisos para produzir o produto, mas também os que precisamos para depois o pôr a funcionar em casa. A cadeira ODGER, por exemplo: pensar nela é pensar em conforto – tanto pelo seu assento, em forma de taça e encosto arredondado, como pela facilidade de montagem, que se faz com dois cliques. Mas ao mesmo tempo, também é pensar no ambiente. Afinal de contas, é uma cadeira feita com 30% de madeira, uma fonte renovável, e 55% de plástico, neste caso, reciclado. O que, bem vistas as coisas, nos traz de volta ao conforto.

5. Todos temos direito à qualidade. Na vida.

A qualidade testa-se. Uma vez. Duas vezes. Muitas vezes. Para a IKEA, a qualidade deve ser posta à prova. Por isso, os produtos são testados vezes e vezes sem conta: para que depois saiba sempre com o que pode contar. A poltrona EKENÄSET é um bom exemplo de persistência: desenhada com braços de madeira protegidos por uma camada de laca, enquadra-se em qualquer ambiente com facilidade, e é conforto à primeira vista. E como se isso não fosse suficiente, ainda lhe dá o descanso de 10 anos de garantia.

Este conteúdo é da autoria da IKEA

Saiba mais em https://observador.pt/seccao/observador-lab/ikea-inspira/

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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