PSD

Rui Rio arranca campanha de cartazes a pedir ideias e a apelar à participação dos portugueses

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A fotografia de Rio, um número de telefone e um novo slogan: "As suas ideias contam, Vamos melhorar Portugal". Em dia de congresso de Santana Lopes, PSD arranca nova campanha em todo o país

ESTELA SILVA/LUSA

Num fim-de-semana em que as atenções mediáticas vão estar centradas no novo partido de Pedro Santana Lopes, que realiza o congresso fundador em Évora, o PSD não quis deixar o Aliança sozinho a tentar disputar o eleitorado do centro-direita e arrancou este sábado com uma nova campanha de outdoors que vão estar espalhados por todo o país.

Rui Rio assume o protagonismo e é dele a imagem no cartaz que apela à participação dos portugueses através de ideias para, segundo diz o novo slogan, “melhorar Portugal”.

Cartaz Rui Rio

O novo outdoor do PSD vai estar espalhado por todo o país a partir deste sábado

Na mesma semana em que o PSD apresentou Paulo Rangel como cabeça de lista às eleições europeias, Rio avança noutra frente de campanha, já a pensar nas legislativas. Segundo fonte da direção do partido, o objetivo dos novos cartazes é “apelar ao envolvimento dos cidadãos em geral na construção de uma alternativa de governação para Portugal.”

Para isso é disponibilizado um número de telefone para quem queira deixar o seu contributo. No site do PSD também está disponível um formulário online para “contributos avulsos”. O partido conta ainda recrutar mais militantes ou simpatizantes para o Conselho Estratégico Nacional (CEN), onde estarão já inscritas 1500 pessoas, e cuja primeira convenção vai realizar-se no próximo fim-de-semana, exatamente no mesmo dia em que o PS também realiza uma convenção, mas para as Europeias.

Esse é o evento, onde também participam convidados e especialistas independentes, que fará arrancar oficialmente os motores da campanha eleitoral do PSD. Estão previstos debates e reuniões com todas as 16 secções temáticas, para depois se começar a preparar o programa com que o partido concorrerá às próximas legislativas.

Com esta iniciativa, a direção social-democrata quer provar que Rio está a pôr em marcha aquilo que “sempre defendeu”, isto é,  “abrir o partido a uma nova forma de militância e participação “, para “aproximar os eleitos dos eleitores”. Essa é, aliás, a ideia trabalhada por Pedro Rodrigues, o homem escolhido no PSD para liderar a comissão de reforma do sistema político, onde está a ser ultimada a proposta de introdução dos círculos uninominais em vez da em vez da eleição em círculos distritais, como acontece hoje. É um dos temas que estará em debate na Convenção do CEN do próximo fim de semana, embora a discussão prossiga depois até maio, numa série de seminários e conferências sobre esse assunto.

Isso mesmo foi revelado ao Observador em meados de Dezembro do ano passado, numa entrevista em que Pedro Rodrigues explicava os planos para este ano eleitoral:  “modernizar e adequar o partido à linguagem do século XXI”, o que inclui a nova iniciativa do partido de ouvir os portugueses, ao qual se vai juntar também trabalho político interno nas assembleias distritais do partido, nas concelhias, e em grupos de trabalho descentralizados um pouco por todo o país.

A seguir às legislativas, qualquer que seja o resultado, o PSD conta organizar um congresso estatutário para, então, discutir a modernização do partido.

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