Coimbra

Estação Imagem Coimbra com exposição sobre impacto do Idai em Moçambique

"Resistir ao Idai" é o nome da exposição que junta trabalhos de fotojornalistas sobre a passagem do ciclone Idai por Moçambique. O festival recebe ainda mais oito exposições.

As nove exposições estão disponíveis até 21 de junho

ANDRE CATUEIRA/EPA

O festival de fotojornalismo Estação Imagem, que arranca na terça-feira, em Coimbra, vai contar com nove exposições, uma das quais junta o trabalho de vários fotojornalistas em torno da passagem do ciclone Idai em Moçambique.

A exposição, intitulada “Resistir ao Idai”, debruça-se sobre a passagem do ciclone por Moçambique, onde provocou pelo menos 603 mortos e afetou mais de 1,5 milhões de pessoas, reunindo trabalhos de Luís Barra, Leonel de Castro, André Catueira, Miguel Lopes, Tiago Miranda, Tiago Petinga, João Porfírio, Daniel Rocha e António Silva, informou a organização do festival.

As fotografias vão estar expostas até 21 de junho no Centro Cultural Penedo da Saudade, onde também vão estar presentes “Crinabel: Dentro e Fora do Palco”, um trabalho de Paulo Pimenta em torno do grupo de teatro constituído por atores portadores de deficiência intelectual ou física, e uma exposição com fotografias de Desmond Boylan, fotojornalista que trabalhou para agências de notícias no Iraque, Albânia, Palestina e Cuba, país onde viria a falecer a 01 de janeiro deste ano.

Na Sala da Cidade de Coimbra, George Steinmetz vai apresentar uma exposição intitulada “Big Food”, em que se debruça sobre o sistema de produção alimentar de grande escala, e, no Convento São Francisco, estará exposta “Iémen, uma Guerra Escondida”, da fotojornalista Véronique de Viguerie.

Esta exposição da vencedora do prémio Visa D’Or 2018 foca-se no conflito interno do Iémen, país em que Véronique Viguerie demorou mais de um ano a conseguir entrar e onde “a raiva saudita pode ser ouvida nos céus, trovejando implacavelmente sobre os milhões de civis encurralados”.

Na Galeria Pinho Dinis, a fotojornalista Catalina Martin-Chico reúne uma seleção de 16 fotografias que retrata a vida das mulheres das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), após o cessar-fogo com o Governo colombiano. No mesmo espaço, estará também uma exposição produzida pela Canon intitulada “Fotografia no Feminino”, com um total de 126 fotografias de “26 embaixadoras” desta marca.

Na Sala Branca do Teatro Académico de Gil Vicente, estará exposto o trabalho “Belcanto”, de António Pedro Ferreira, e, no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, “Saudade”, de Bruno Silva. Além das exposições, haverá projeções de trabalhos de fotojornalismo e oficinas na Casa Municipal da Cultura, de terça a sexta-feira.

No sábado, decorrerá a cerimónia de entrega dos prémios Estação Imagem 2019, na Antiga Igreja do Convento São Francisco, onde irá também realizar-se um mercado de livro de fotografia. Ainda nesse dia, no Teatro da Cerca de São Bernardo, haverá uma conferência, com a participação de João Silva, fotojornalista do New York Times, e de Catalina Martin-Chico.

Todas as nove exposições do festival vão estar patentes até 21 de junho.

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