IEFP

Número de desempregados inscritos no IEFP cai 14,6% em abril

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego foi 321.240 em abril. Teve uma descida homóloga de 14,6% e um recuo de 3,8% face a março. Foi o nível mais baixo desde setembro de 2001.

De acordo com os dados do IEFP, o desemprego diminuiu em todos os setores de atividade com exceção de ligeiros acréscimos nas indústrias extrativas

JOAO RELVAS/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego foi 321.240 em abril, uma descida homóloga de 14,6% e um recuo de 3,8% face a março, divulgou esta terça-feira o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Em abril havia menos 54,8 mil pessoas sem trabalho do que no mesmo mês de 2018.

De acordo com a série longa do IEFP, o número de desempregados inscritos alcançou o nível mais baixo desde setembro de 2001, altura em estava nas 317,6 mil pessoas.

O número de jovens desempregados ficou nos 32,8 mil, com uma redução homóloga de 16,1% (menos 6,3 mil) e com uma diminuição em cadeia de 6,8% face ao mês anterior (menos 2,4 mil).

Já o número de desempregados de longa duração inscritos nos serviços de emprego desceu para 141,5 mil, com um decréscimo homólogo de 22,5% (menos 41,2 mil) e uma redução de 2,3% em cadeia (menos 3,3 mil).

A redução homóloga do desemprego registado foi transversal a todas as categorias, com destaque para os jovens (com uma queda de 16,1%) e adultos (com uma descida de 14,4%), desempregados de curta duração (menos 7%) e de longa duração (menos 22,5%), pessoas à procura do primeiro (menos 20,4%) e de novo emprego (menos 13,9%) em todos os níveis de qualificação e para ambos os sexos.

A redução foi também transversal a todas as regiões do país, com os decréscimos de 16,1% em Lisboa (menos 18,1 mil) e de 16% no Norte (menos 25,3 mil).

De acordo com os dados do IEFP, o desemprego diminuiu em todos os setores de atividade com exceção de ligeiros acréscimos nas indústrias extrativas (com mais 58 pessoas) e na fabricação de produtos informáticos, elétricos, máquinas e equipamentos (com mais quatro pessoas), com a maior redução homóloga a ocorrer mais uma vez na construção (com menos 26%, correspondente a uma redução de 7,5 mil pessoas).

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