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Crime

Prisão preventiva para suspeito de sequestrar a ex-namorada em Barcelona

No passado domingo, Margarida terá marcado um encontro com o ex-namorado, na cidade de Sant Pere de Ribes, em Barcelona. Terá sido no decorrer desse encontro que a jovem desapareceu.

Margarida, de 25 anos, terá sido raptada em Barcelona pelo ex-namorado e mantida em cativeiro durante três dias. A jovem conseguiu fugir e foi localizada no Seixal

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  • Agência Lusa
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O suspeito de ter sequestrado Margarida Simões, a jovem portuguesa que foi dada como desaparecida em Barcelona esta segunda-feira, vai ficar em prisão preventiva, disse à Lusa fonte ligada à investigação. O homem de 30 anos foi detido pela Polícia Judiciária e ouvido no Tribunal de Instrução Criminal do Seixal e vai responder pelos crimes de sequestro agravado, ofensas à integridade física e violência doméstica.

Foi no passado domingo que Margarida terá marcado um encontro com o ex-namorado, na cidade de Sant Pere de Ribes, em Barcelona. Terá sido no decorrer desse encontro que a jovem desapareceu, caindo a principal suspeita neste homem de 30 anos, que a terá transportado até Portugal, onde a manteve em cativeiro, na sua casa, no Seixal. O suspeito terá agredido física e psicologicamente Margarida, de 25 anos, ameaçando-a de morte diversas vezes e deixando-a numa garagem despida, para “morrer à fome e à sede”, conta a TVI.

Os Mossos d’Esquadra, a polícia catalã tinham lançado o alerta para o desaparecimento da jovem em Barcelona. Margarida tinha fugido para a casa da tia, em Barcelona, depois de ter sido ameaçada de morte pelo então namorado — que a terá raptado. Antes de fugir, apresentou queixa numa esquadra da PSP. Na quarta-feira, conseguiu fugir e foi, então, localizada no Seixal.

Desde o momento em que regressou à zona do Seixal até à tarde desta quarta-feira, Margarida terá sido repetidamente agredida e “colocada na garagem completamente nua”, revelou fonte policial ao Observador. De acordo com a mesma fonte, a jovem terá ainda dito às autoridades que acreditava que “ia ficar no local até morrer de fome e à sede”. Não foram revelados os contornos da fuga, sabe-se apenas que Margarida terá conseguido fugir, percorrendo a pé o caminho até à praceta onde mora com a mãe, que ligou para o 112.

O Ministério Público já tinha pedido que fosse aplicada a pena de prisão preventiva para o suspeito.

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