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Foi uma referência várias vezes feita ao longo da audição do ministro da Economia esta terça-feira no Parlamento. Siza Vieira apontou como desvantagem a circunstância de Portugal não ter um banco de fomento público – ao contrário da maioria dos países europeus – que permita acelerar a chegada do crédito garantido pelo Estado às empresas. Este circuito depende do sistema bancário, maioritariamente privado, e a rapidez ou insuficiência da capacidade de resposta, no quadro dos apoios à economia, tem sido várias vezes apontada nos últimos meses.

Já no final da audição, e confrontado com a falta de resposta em termos de seguros de crédito que está a penalizar as empresas exportadoras, Siza Vieira, deixou o desabafo. “Se não tivéssemos privatizado o BFE (Banco do Fomento Externo e a Cosec (seguradora de seguros de crédito) teríamos dado uma resposta mais célere a um conjunto de necessidades que apareceram nesta crise”.

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