O festival Criasons inicia esta quinta-feira a sua terceira edição com a atuação de António Victorino d’Almeida, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, onde vai interpretar peças suas e uma estreia absoluta de Daniel Davis.

De entrada gratuita, mas de reserva obrigatória, o festival vai prolongar-se até 4 de março, sempre no São Carlos, com cinco concertos que têm por destaque, para além de Victorino d’Almeida, os músicos Mário Laginha, Carlos Azevedo, Pedro Caldeira Cabral e Tiago Derriça.

O programa do concerto desta quinta-feira é composto pelas suites teatrais “O Cerejal”, de 1982, “A Relíquia”, para piano a quatro mãos, de 2000, e “La puce à l’oreille”, para quarteto de cordas, trompete, acordeão, harpa, piano e percussões, de 1983, todas assinadas pelo maestro, pianista e compositor português.

Adicionalmente, o programa inclui também a peça “Between a Man and a Butterfly”, feita em especial para o festival por Daniel Davis.

A direção musical pertence a Brian MacKay, com Victorino d’Almeida ao piano e 13 outros músicos em palco.

O calendário de concertos continua no dia 3 de dezembro, com Mário Laginha, seguindo-se Carlos Azevedo, no dia 21 de janeiro, Tiago Derriça, em 9 de fevereiro, e Pedro Caldeira Cabral, no dia 4 de março do próximo ano.

Todos os músicos participantes “construíram os seus programas incluindo ainda cinco novas obras criadas pelos compositores emergentes escolhidos em concurso, Vítor Castro, João Fonseca e Costa, Daniel Davis, Francisco Fontes e Luís Salgueiro”.

Segundo a página do festival, “depois das estreias no Teatro Nacional de São Carlos, os programas serão apresentados em Lisboa, Madrid, Figueira da Foz, Almada, Porto, Évora, Ferreira do Zêzere e Tomar”.

Dedicado às tendências da música de câmara, portuguesa, contemporânea, o festival tem direção artística de Brian MacKay e produção da Musicamera.