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A situação “é transversal a todos os hospitais portugueses” e “há mais de 2.000 enfermeiros precários” à espera de uma oportunidade para passarem a contrato efetivo. Os dados são do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que esta manhã juntou-se ao protesto de cerca de 20 enfermeiros junto ao Hospital Pedro Hispano, no Porto, para exigir a efetivação dos contratos precários de todos estes profissionais de saúde. O SEP acusa o Governo de estar a “fomentar a precariedade”.

“A Covid-19 só veio evidenciar a precariedade existente de profissionais de saúde, nomeadamente enfermeiros. A forma que o Governo adotou foi recorrer à precariedade para dar resposta a necessidades permanentes“, sublinha Fátima Monteiro, coordenadora da direção Regional do SEP, acrescentando que os enfermeiros precários “não estão cá para responder a um acréscimo pontual, mas sim para dar resposta a necessidades permanentes, sejam elas Covid-19 ou não” e que, por esse motivo, devem passar a efetivos, uma vez que cumprem tarefas essenciais.

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