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Os especialistas partilharam sete conselhos que permitem a cada pessoa avaliar se está ou não num risco acrescido de contrair o vírus responsável pela Covid-19. O pacote de dicas surge depois de os peritos terem sugerido um alívio das medidas obrigatórias e uma “transição” para uma fase de “responsabilidade civilizacional”, em que cada pessoa deve adotar as cautelas que acha mais adequadas em cada momento.

  • Se tiver a vacinação completa, o risco de contrair o SARS-CoV-2 e desenvolver Covid-19 é menor. Ele torna-se maior se não estiver completamente vacinado;
  • O contacto regular com crianças e com pessoas que não foram vacinadas contra a Covid-19 traduz-se num aumento do risco de ser infetado pelo coronavírus. Se conviver mais amiúde com pessoas totalmente vacinadas, estará mais protegido;
  • Se tiver um círculo social pequeno, está em menor risco de ser infetado pelo SARS-CoV-2;
  • Evite frequentar espaços públicos com aglomeração de pessoas ou mal ventilados. O melhor é circular em espaços abertos e bem climatizados; e, de preferência, com poucas pessoas. Evite as aglomerações;
  • Se mantiver o distanciamento físico em relação às outras pessoas e utilizar máscara regularmente (mesmo quando não é obrigatório), está a reduzir o risco. Isso é especialmente importante no contacto com pessoas que não pertencem ao seu círculo familiar e social restrito;
  • Pense em si: se tiver comorbilidades associadas a um maior risco de desenvolver quadros clínicos graves de Covid-19, o melhor é reduzir o risco em que se vai colocar. Pense também nas pessoas com quem vai contactar e que podem ficar mais doentes se contraírem o vírus;
  • Evite o contacto com pessoas que apresentem sintomas associados à Covid-19. Os mais comuns são a perda de olfato e paladar, febre, tosse seca e dores musculares.

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