É independente, mas foi ministro da Educação de António Guterres e assume-se como um “moderado” da ala socialista. É um dos ‘senadores’ que apoia José Luís Carneiro por entender que “dá voz a um conjunto de eleitores sentados que têm muito pouca voz na comunicação social”.

Sem críticas diretas a Pedro Nuno Santos, é essa moderação que leva Marçal Grilo a defender que “PS e PSD não devem obstaculizar a governação um do outro” e que são necessários “acordos de regime, sem coligações nem acordos escritos”.

Eduardo Marçal Grilo defende que José Luís Carneiro é o que “aparece” em melhores condições de ser primeiro-ministro e admite que se tiver que escolher entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro a decisão “não vai ser fácil” nas legislativas antecipadas marcadas para 10 de março.

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