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Foi há já alguns anos que, pouco antes de começarem as férias natalícias, fui falar do Natal aos alunos da secção infantil do colégio de que era capelão. Tendo em conta que me dirigia a crianças de 4 e 5 anos, falei-lhes de Maria e de José, da sua ida para Belém, talvez do burrinho que os transportou, dos pastores que adoraram Jesus recém-nascido e também dos Magos do Oriente, que iniciaram a tão deliciosa tradição dos presentes de Natal.

Já tinha dado por concluída a minha breve intervenção quando uma pequenita, que não levantava do chão mais do que um metro, se tanto, puxou pela minha manga e, com gesto inquisitorial, me interrogou: “- E o Herodes?!”

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