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O Iraque pediu oficialmente aos Estados Unidos que lancem ataques aéreos contra os soldados do ISIS, avança a BBC. Esta manhã, a Associated Press noticiava que Obama já tinha posto de parte esta opção, sobretudo por não haver alvos muito específicos sobre os quais os ataques pudessem ser feitos.

De acordo com responsáveis governamentais ouvidos pela agência noticiosa, o presidente dos Estados Unidos ainda não tomou qualquer decisão e até pode vir a optar pelos ataques aéreos, mas só se os alvos se tornarem entretanto mais claros.

“Recebemos um pedido do governo iraquiano para ajuda aérea”, disse o General Martin Dempsey, das Forças Armadas norte-americanas, à BBC. Dempsey é favorável a que os americanos ajudem a combater o ISIS “onde quer que eles se encontrem”, considerando “de interesse nacional” uma intervenção no país do Médio Oriente. Mas uma presença militar americana no Iraque não é bem vista pelo líder do Senado, Harry Reid, que afirmou que “não apoiaria de nenhuma forma” quaisquer movimentações no terreno.

Entretanto, o Irão, através de um funcionário governamental, garantiu à AFP que o país está disposto a trabalhar com os Estados Unidos numa solução para a atual crise do Iraque, mas apenas se as conversações sobre o seu programa nuclear forem bem-sucedidas. Essas conversações são vistas como “um teste de confiança”, disse Mohammad Nahavandian, chefe de gabinete do presidente iraniano

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