Religião

Papa qualifica escravatura como crime de lesa humanidade

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O papa Francisco qualificou hoje como crime de lesa humanidade todas as formas de escravatura moderna, na assinatura de um acordo com líderes de várias confissões para erradicar a escravatura.

"Todas as pessoas são iguais e têm de lhes ser reconhecidas a mesma dignidade e a mesma liberdade".

L'OSSERVATORE ROMANO/HANDOUT/EPA

O papa Francisco qualificou hoje como crime de lesa humanidade todas as formas de escravatura moderna, na cerimónia de assinatura de um acordo com líderes de várias confissões para erradicar a escravatura até 2020.

“Declaramos, em cada um dos nossos credos, que a escravatura moderna em todas as suas formas — prostituição, trabalho forçado, mutilação, venda de órgãos ou trabalho infantil — é um crime de lesa humanidade”, afirmou o papa na sua intervenção.

O papa sublinhou que “cada ser humano é uma pessoa livre” e “todas as pessoas são iguais e têm de lhes ser reconhecidas a mesma dignidade e a mesma liberdade”.

Qualificando a assinatura do acordo de “iniciativa histórica”, o papa Francisco congratulou-se com o esforço conjunto de todas as confissões “para erradicar o terrível flagelo da escravatura moderna em todas as suas formas” que “acorrenta dezenas de milhares de pessoas à humilhação e à desumanização” e apelou a todos os governos e empresas que se juntem a esse esforço.

Na cerimónia participaram representantes de várias confissões, entre os quais o hindu Mata Amritanandamayi, os rabinos argentino Abraham Skorka e norte-americano David Rosen, o ortodoxo francês Emmanuel, o ‘ayatollah’ iraquiano Mohammad Taqi al-Modarresi e o arcebispo britânico Justin Welby.

 

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