Rádio Observador

Mundo

Pensa em emigrar? Estes são os melhores países para viver

1.782

Têm melhores sistemas de educação, serviços de saúde mais eficazes e uma economia mais desenvolvida que o resto do mundo. Conheça os dez países com melhores condições para viver.

A Noruega é considerado o melhor país para se viver no mundo

Wikimedia Commons

O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas lançou a lista dos dez países com melhores condições para viver no mundo, através da análise de três fatores fundamentais: longevidade e qualidade de vida, reconhecimento e capacidade para manter um bom nível de vida, explica a Time.

Screen Shot 2015-09-08 at 18.37.10

Estes aspetos foram estudados com base no índice de desenvolvimento humano, produto interno bruto, esperança média de vida e tempo médio de escolaridade.

Se pensa em emigrar, estas devem ser os seus destinos preferenciais.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.36.19

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Noruega faz deste país nórdico o melhor país do mundo para se viver. Mesmo com uma população pequena, a dimensão da sua economia é enorme. A testemunhar esse dado está o Produto Interno Bruto (PIB) da Noruega, o sexto maior do mundo, muito graças à exportação petrolífera. E o sistema de saúde é um dos mais eficazes em todo o planeta.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.38.42

O segundo lugar da tabela é ocupado por um país da Oceânia. Ocupa o quarto lugar na esperança média de vida dos países de todo o mundo e é a nação onde as pessoas passam mais tempo na escola. Apesar do Produto Interno Bruto estar em vigésimo lugar, a taxa de desemprego coloca a Austrália em vantagem em relação a vários países europeus e aos Estados Unidos.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.40.05

A medalha de bronze da esperança média de vida dos países de todo o mundo vai para a Suíça, mas é a estabilidade política e económica do país que se tem destacado ao longo de uma história marcada pela neutralidade. Um outro aspeto a considerar na hora de se mudar para a Suíça é a tendência para a igualdade de género na área económica e política, sendo que existe uma alta participação de mulheres no parlamento. Mas a emigração para a Suíça não está tão facilitada agora, porque o país impôs novos limites à entrada de estrangeiros.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.41.49

É um dos países mais desenvolvidos do mundo e com maior taxa de igualdade – de acordo com o coeficiente de Gini da Holanda. À semelhança do que acontece na Suíça, este país é marcado pela igualdade de género. O parlamento prova-o: 37,8% do parlamento holandês é composto por mulheres. A Holanda é um dos países que mais investe na educação.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.44.47

Do outro lado do Atlântico – e a ocupar o meio da lista – estão os Estados Unidos da América. Embora donos de uma economia de dimensão brutal, o Produto Interno Bruto e a desigualdade ainda afetam a notoriedade do país enquanto lugar com boa habitabilidade. O serviço de saúde também não é suficientemente eficaz para aumentar a esperança média de vida dos Estados Unidos, mesmo após um investimento nesse setor que representa 18% do PIB. Na verdade, a esperança média de vida americana é a mais baixa dos dez países. Mas nem tudo é mau: os Estados Unidos são líderes da ciência, dos negócios, da educação e da arte.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.48.14

No sexto lugar voltamos à Europa, numa Alemanha de economia potente e com um serviço social altamente eficaz. De acordo com as estatísticas, todas as pessoas em idade de reforma conseguem recebê-la. No entanto, esta é uma realidade que pode estar em mudança, já que a esperança média de vida tem aumentado e pode influenciar a idade da reforma.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.50.21

Leva a medalha de prata no que toca ao tempo que um cidadão investe na sua educação, apenas ultrapassado pela vizinha Austrália. O sistema de educação da Nova Zelândia é altamente eficaz, com 7,2% do Produto Interno Bruto a ser entregue às escolas. Este país tem também uma das esperanças médias de vida mais altas do mundo.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.52.25

Mais uma vez, é o sistema de educação que atira o Canadá para a lista dos dez países onde se vive melhor no mundo. Se se tomar como análise a população com 25 anos ou mais, todos eles têm pelo menos o ensino secundário completo. Os estudantes canadianos são também alguns dos melhores nas áreas de ciências e matemática, com prestações sempre notáveis em eventos internacionais. E a esperança média de vida é também uma das melhores do mundo.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.55.13

Ocupa o nono lugar de uma lista mundial de dez, mas é o melhor país para se viver na Ásia. A esperança média de vida da Singapura é a sexta mais alta do mundo e tem uma das menores taxas de mortalidade do planeta, em ambos os géneros. São os melhores alunos em matemática, ciências e em leitura.

Screen Shot 2015-09-08 at 17.56.35

O último lugar da lista pertence à Dinamarca, mas é de notar que tem um dos maiores Produtos Internos Brutos e esperança média de vida do mundo. É também um dos países com melhor sistema de saúde e de segurança social do planeta, com grande parte do Produto Interno Bruto a ser investido nessas duas áreas. Para fomentar a natalidade, a Dinamarca oferece um ano de licença para os pais que pretendam cuidar das crianças em casa e criaram vários sistemas de remuneração para que continuem a nascer crianças. A igualdade de género também é notável, com 40% do parlamento a ser composto por mulheres.

Texto editado por: Filomena Martins

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: mlferreira@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)