Cooperação económica

China torna-se acionista do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento

A direção do BERD aceitou na segunda-feira o pedido de entrada da China, que segundo analistas dará ao banco europeu influência para gerir os investimentos da China em África e no Médio Oriente.

HOW HWEE YOUNG/EPA

A China foi aceite como acionista do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), informou esta segunda-feira a agência oficial Xinhua. A direção do BERD aceitou na segunda-feira o pedido de entrada da China, que segundo analistas dará ao banco europeu influência para gerir os investimentos da China não só na Europa, como também em África e Médio Oriente.

Segundo o Banco Popular da China (banco central), a entrada do país no BERD vai estimular os projetos internacionais de investimento internacional da segunda economia mundial, as chamadas “Novas Rotas da Seda”, centradas sobretudo nas infraestruturas de transporte e comunicações na Ásia Central e do Sul.

“A entrada da China no BERD vai facilitar a troca de experiências na transição e desenvolvimento, dará mais oportunidades de cooperação para o país e outros do Corredor Económico da Rota da Seda, e promoverá a cooperação chinesa com outros membros do banco”, destacou o Banco Popular da China.

Estabelecido em 1991 — originalmente para ajudar as nações do antigo bloco soviético na transição para a economia de mercado — e com sede em Londres, o BERD tem investimentos em 36 países, incluindo alguns asiáticos, nos quais a China está interessada em construir infraestruturas.

A entrada da China no BERD acontece no mesmo ano em que Pequim constituiu uma instituição financeira similar — o Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas (BAII), no qual Pequim é o acionista maioritário, mas onde também entraram como membros a maior parte dos países europeus, incluindo Portugal.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Eleições Europeias

Dois liberalismos

Ricardo Mendes Ribeiro
101

Temos dois partidos nestas eleições que se dizem liberais e no entanto são muito diferentes: o Iniciativa Liberal e o Aliança. O que distingue estes liberalismos são os limites que colocam à liberdade

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)