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Em outubro, durante o programa “Prolongamento” da TVI24, o presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, denunciou em direto a entrega por parte do Benfica de “vouchers” de refeições a árbitros — o principal e os três auxiliares –, delegados e observadores, sempre que as equipas do Benfica (a principal e os BB) jogavam em casa.

Seguiu-se uma queixa formal na Comissão de Instrução de Inquéritos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, liderada pelo ex-árbitro Pedro Proença. O Sporting considerava que a oferta do Benfica não era meramente de cortesia, ultrapassando (se se contabilizarem todos os jogos em casa da época) os 250 mil euros anuais, o que servia para condicionar as arbitragens.

Contudo, esta quarta-feira a Comissão de Instrução de Inquéritos da Liga anunciou que oprocesso entretanto aberto, seria arquivado, pois, lê-se no comunicado, a oferta do Benfica “ingressa no conceito de ofertas de mera cortesia (…) admitida na regulação desportiva”.

A decisão surge no mesmo dia em que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol fez saber que vai instaurar um processo disciplinar a Islam Slimani, do Sporting, na sequência da queixa apresentada pelo Benfica, após o encontro da Taça de Portugal, disputado a 21 de novembro. O Benfica acusa o Slimani de ter agredido à cotovelada o grego Samaris.

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