Foi no programa “Keeping Up with the Kardashians” que Kim Kardashian falou, pela primeira vez, sobre o assalto à mão armada que sofreu no passado dia 3 de outubro de 2016 em Paris. Kim contou às suas irmãs, durante o episódio, que durante o assalto teve sempre uma arma apontada e explicou o momento em que, como forma de punição, foi mantida junto da cama, por homens mascarados de polícias com armas apontadas contra si, conta a CNN. A socialite acrescentou ainda que, por momentos, pensou mesmo que iria ser violada e morta.

“Depois [um dos homens armados] meteu umas fitas adesivas na minha cara e na minha boca, para que eu não pudesse gritar ou fazer algo. A seguir, agarrou nas minhas pernas, eu não tinha roupas por baixo [da túnica] e puxou-me para junto dele, em frente à cama. Pensei ‘Ok, este é o momento. Eles vão-me violar'”, explicou Kim a chorar. O relato continuou: “Quando eu me estava a preparar mentalmente, ele não fez nada e fechou as minhas pernas”, contou. “Depois, eles continuavam com a arma apontada para mim e eu sabia que aquele podia ser o momento em que eles me iriam dar um tiro na cabeça”, prosseguiu. “Apenas rezava para que a Kourtney [irmã] conseguisse ter uma vida normal depois de ver o meu corpo morto sob a cama”, concluiu.

Kim Kardashian explicou ainda que os assaltantes a trancaram na casa-de-banho antes de fugirem com os milhões de dólares em jóias.

Desde o incidente, 17 suspeitos foram já detidos para interrogatório. Dez foram efetivamente ligados ao roubo.