13. Este é aquele número que muitos dizem que dá azar. Em termos de clássico, no entanto, acaba por ser o número da sorte – representa a quantidade de nacionalidades que estão representadas nos plantéis de Benfica e FC Porto. Com mais estrangeiros do que portugueses, como também não seria de admirar.

Olhando para os encarnados, constata-se que existem quase tantos portugueses (oito, dos quais cinco internacionais: Nélson Semedo, André Almeida, Eliseu, Pizzi e Rafa) como brasileiros (sete, onde se inclui o carismático capitão Luisão). Seguem-se os trios da Argentina (com Salvio à cabeça) e da Sérvia (que tem em Fejsa o principal nome) e a dupla da Grécia, constituída por Samaris e Mitroglou. Carrillo (Peru), Raúl Jiménez (México), Lindelöf (Suécia) e Grimaldo (Espanha) representam os restantes quatro países, num total de nove que estão à disposição de Rui Vitória.

Do lado do FC Porto, a realidade é diferente: os portugueses são claramente o maior grupo (nove, com três internacionais pela Seleção A: Danilo, André André e André Silva), seguidos pelos brasileiros (Felipe, Alex Telles, Otávio e Soares) e pela armada hispânica de espanhóis (Casillas, Marcano e Óliver) e mexicanos (Layún, Herrera e Corona). Brahimi (Argélia), Boly (França), Maxi Pereira (Uruguai) e Depoitre (Bélgica) são os restantes representantes entre as oito nacionalidades no plantel de Nuno Espírito Santo.