Londres

Afetados pelo incêndio de Londres vão ser realojados num bloco de luxo

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Os afetados pelo incêndio de Londres, onde se incluem dez portugueses, vão ser realojados num bloco de apartamentos de luxo. O bloco possui um serviço de porteiro 24 horas por dia e cinema.

Os afetados pelo incêndio de Londres, onde se incluem dez portugueses, vão ser realojados num bloco de apartamentos de luxo perto do local do sinistro que provocou pelo menos 79 mortos ou desaparecidos, informou o Governo britânico.

O ministro para as Comunidades, Sajid Javid, revelou que os sobreviventes da tragédia, ocorrida no bairro de North Kensington, zona oeste da cidade, vão ser colocados em 68 apartamentos com um ou dois quartos no centro de High Street Kensington, uma das zonas mais seletas da capital. As famílias que residiam no imóvel ficaram sem alojamento, quando a torre de 24 andares e 120 apartamentos foi totalmente consumida por um incêndio, cuja origem continua por explicar.

Os imóveis agora adquiridos pelo Executivo britânico situam-se numa área onde os preços dos apartamentos oscilam entre 1,5 milhões de libras e 8,5 milhões de libras (entre 1,3 e 9,6 milhões de euros). O bloco onde vão ser realojadas as vítimas do fogo possui um serviço de porteiro disponível 24 horas por dia e uma sala de cinema privada, indica a página digital oficial do promotor do edifício.

Segundo o gabinete para as Comunidades e Governo local, espera-se que “estas novas propriedades constituam uma das opções para realojar, de forma permanente, os residentes da Torre Grenfell”. Este departamento governamental também revelou que o Executivo disponibilizou fundos adicionais para que estas habitações estejam rapidamente disponíveis, em princípio até finais de julho.

Esta decisão surge entre as críticas provenientes de diversos setores sobre a resposta à tragédia pelo Executivo conservador da primeira-ministra Theresa May, que já ordenou uma investigação judicial sobre o incidente. De momento sabe-se que o material utilizado no revestimento do edifício (polietileno) está proibido na Europa e Estados Unidos. O edifício, onde viviam centenas de pessoas, incendiou-se com rapidez, dificultando a retirada de muitos residentes, e com alguns a ficarem bloqueados.

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