Rádio Observador

Caso Maddie

Governo britânico dá mais 175 mil euros para investigar desaparecimento de ‘Maddie’

O Governo britânico atribuiu mais 175 mil euros à polícia do país para que continue as investigações ao desaparecimento de Madeleine McCann. Já foram investidos 12,5 milhões de euros.

Madeleine McCann desapareceu na Praia da Luz, no Algarve, a 3 de maio de 2007

FACUNDO ARRIZABALAGA/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O Governo britânico atribuiu esta quinta-feira mais 175 mil euros à polícia do país para que continue as investigações ao desaparecimento de Madeleine McCann, mantendo a investigação aberta pelo menos até março de 2018.

O financiamento extra atribuído pelo Ministério do Interior britânico à investigação do desaparecimento da menina inglesa no Algarve em 2007 vai permitir à polícia manter a investigação ativa até março de 2018, evitando o seu encerramento no final deste mês por falta de fundos, adiantou a agência EFE.

O Governo britânico já investiu mais de 12,5 milhões de euros (11 milhões de libras) na busca por Madeleine McCann desde 2011, quando as autoridades do Reino Unido começaram a colaborar com a polícia portuguesa na investigação.

Um porta-voz do ministério do Interior britânico confirmou que foi aceite o pedido para dar continuidade à investigação, depois de a polícia ter dito em abril que seguia uma “significativa linha de investigação”.

Como se faz com todos os pedidos, os recursos necessários são revistos com regularidade e fazem-se cuidadosas considerações antes de decidir atribuir fundos”, disse o porta-voz, citado pela EFE.

A equipa britânica que investiga o desaparecimento chegou a contar com 30 efetivos em 2013, mas desde então ficou reduzida a “dois ou três agentes”, de acordo com o que foi avançado pela polícia britânica Scotland Yard o ano passado.

Na altura o chefe da polícia londrina, Bernard Hogan-Howe, disse que as investigações se encerrariam em poucos meses se não se chegasse a novas conclusões relevantes.

Madeleine McCann, conhecida como ‘Maddie’, desapareceu na Praia da Luz, no Algarve, a 03 de maio de 2007 quando dormia com os seus irmãos gémeos num apartamento no complexo turístico onde passava férias com os seus pais, que se encontravam a jantar num restaurante próximo.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Justiça

Desconstruir tribunais vazios

Luís Gouveia Fernandes

Seria de esperar de um plano que planeia que definisse o que fazer com tribunais que deixam de o ser. Edifícios vazios e desintegrados não têm de continuar até à eternidade. As populações agradeceriam

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)