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Socialista Porfírio Silva partilha ponto de vista que pede demissão da PGR

Este artigo tem mais de 4 anos

O deputado socialista Porfírio Silva partilhou no Facebook o post do jurista Francisco Clamote, que afirma que se houver investigação a Mário Centeno, a procuradora-geral da República deve demitir-se.

O deputado socialista Porfírio Silva partilhou no Facebook o “ponto de vista de um jurista” em quem confia, e que afirma que caso o Ministério Público esteja a investigar o ministro das Finanças pelo “crime” de ter aceite ou pedido bilhetes para o Benfica-Porto da época passada, a procuradora-geral da República deve demitir-se.

O post original é do jurista Francisco Clamote e refere que se houver investigação isso é “um insulto à democracia portuguesa e uma vergonha para o Ministério Público”.

“A confirmar-se a história de que o Ministério Público está mesmo a investigar o ministro Mário Centeno pelo “crime” de ter aceitado, quiçá, pedido 2 bilhetes para assistir na tribuna do estádio da Luz a um jogo do Benfica, acho que a procuradora-geral da República faria um grande favor a si própria se tomasse a iniciativa de pedir de imediato a sua demissão. Uma tal investigação é um insulto à democracia portuguesa e uma vergonha para o Ministério Público”, lê-se no post.

Em causa está o facto de Mário Centeno ter pedido ao SL Benfica para que lhe fosse atribuído um lugar na bancada presidencial para assistir ao jogo entre o clube da Luz e o FC Porto, que se disputou a 1 de abril de 2017, tal como foi avançado pelo Observador no início de janeiro.

Na sexta-feira, a Polícia Judiciária e os magistrados da 9ª Secção do DIAP (Departamento de Investigação e Ação Penal da Procuradoria Geral da República) efetuaram buscas no Ministério das Finanças, que estarão relacionadas com um alegado favorecimento no processo de atribuição de isenção de IMI a uma empresa que tem como administradores os dois filhos de Luís Filipe Vieira, a Realitatis.

O Observador tentou contactar Porfírio Silva, que é membro do secretariado nacional do PS, mas sem sucesso.

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