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"Um mexicano como capitão de equipa?": Sérgio Conceição revela episódio entre elogios a Herrera

Este artigo tem mais de 3 anos

Sérgio Conceição e Rui Vitória salientaram que o Campeonato não acabou após o clássico e nem tiveram uma visão muito diferente dos 90 minutos, com um episódio curioso contado pelo técnico dos dragões.

Sérgio Conceição festeja o golo de Herrera que decidiu o clássico na Luz a favor do FC Porto em cima do minuto 90
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Sérgio Conceição festeja o golo de Herrera que decidiu o clássico na Luz a favor do FC Porto em cima do minuto 90

Filipe Amorim / Global Imagens

Sérgio Conceição festeja o golo de Herrera que decidiu o clássico na Luz a favor do FC Porto em cima do minuto 90

Filipe Amorim / Global Imagens

Nunca é fácil analisar um jogo grande ou um clássico do futebol português, mas por vezes também existem situações onde todos parecem mais ou menos concordar e este, que terminou com a vitória do FC Porto por 1-0 na Luz frente ao Benfica, funciona como exemplo paradigmático disso mesmo: os encarnados estiveram melhor na primeira parte, os azuis e brancos tiveram ascendente no segundo tempo. Depois, o que pode variar é a análise à justiça ou não do resultado final face ao que se passou em campo. Mas até aqui, no passo seguinte, existe completa sintonia entre os treinadores: o Campeonato está longe de estar decidido.

“Uma coisa é certa: nas últimas três ou quatro semanas sentimos o dissabor de não ganhar dois jogos que, teoricamente, eram para ganhar. Sabemos disso. Ainda não ganhámos absolutamente nada. Vencemos um jogo importante contra um adversário direto na luta pelo mesmo objetivo mas temos mais quatro jogos para fazer, um para a Taça de Portugal pelo meio, e depois pensaremos no V. Setúbal. Estão em jogo os mesmos três pontos que estavam em jogo hoje. Nada está decidido, há muito para disputar. Há ainda 12 pontos em disputa”, destacou Sérgio Conceição, antes de elogiar a segunda parte dos azuis e brancos na Luz

“Foi um jogo de grande intensidade, muito competitivo. Penso que na primeira parte as duas equipas, conhecendo-se bem, anularam-se uma à outra com um ligeiro ascendente do Benfica. Fazem sempre primeiras partes muito fortes, com uma dinâmica ofensiva interessante. Equilibrámos e chegámos com perigo duas ou três vezes à área do Benfica, tal como eles. Na segunda parte não me lembro de uma ocasião de golo do Benfica. É verdade que andámos perto, o Varela resolveu, o Yacine [Brahimi] atirou ao lado do poste… Sendo um jogo muito equilibrado, a primeira parte pertence ao Benfica e a segunda foi nossa. Foi isso”, sublinhou, falando também das alterações feitas na equipa: “As substituições foram sempre no sentido de dar algo mais à equipa ofensivamente. Sabíamos do desgaste dos homens da frente mas o Marega deu-me sinais positivos”.

Frisando também que não houve, no seu entender, qualquer falta sobre Zivkovic na área como os encarnados reclamaram, Sérgio Conceição contou ainda um episódio sobre Herrera entre elogios ao mexicano que decidiu o encontro: “Quando cheguei ao FC Porto já era capitão. Perguntei quando cheguei: ‘Um mexicano capitão de equipa?’. Comecei a trabalhar com ele este ano e percebi isso pelo grande homem que é e pelo profissional fabuloso. Ficou ligado a um ou outro momento menos positivo, mas é uma pessoa extraordinária e um profissional fantástico. É um grande capitão”, salientou o treinador dos dragões.

Por seu turno, Rui Vitória, que continua sem vencer o FC Porto em 19 jogos realizados pelas várias equipas por onde passou (seis pelo Benfica), preferiu colocar o enfoque do discurso numa ideia muito clara: o Benfica não vai desistir de lutar pelo título apesar da derrota que retirou a liderança da Liga.

“Foi um jogo disputado, equilibrado, com uma primeira parte boa da nossa parte, no meio-campo adversário. Podíamos ter feito golo ainda na primeira parte. A segunda parte foi mais do FC Porto, que equilibra o jogo. Acabámos por sofrer golo no único remate enquadrado à nossa baliza, que o adversário aproveitou. O empate seria o resultado mais justo, mas o FC Porto acabou por marcar e ganhar. É evidente que estamos tristes mas já estivemos em momentos piores e isto ainda não acabou. Temos a noção clara de que vamos disputar as últimas quatro jornadas com muita determinação”, referiu.

Já estivemos em situações bem piores e conseguimos chegar à frente. Ainda faltam quatro jornadas. Queríamos outro resultado, isso não aconteceu, mas não vamos esquecer tudo o que foi feito neste último período. Vamos lutar pelas quatro jornadas até ao limite”, acrescentou, antes de deixar a análise ao lance de Zivkovic na área dos azuis e brancos em período de descontos para outra altura: “Isso é para quem quiser analisar, estar a falar agora é não analisar o que mais me interessa. Não foi a minha postura até agora, quem tiver que analisar que analise”.

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