Banda Desenhada

Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja inicia 14.ª edição

O 14.º Festival Internacional de Banda Desenhada (BD) de Beja começa esta sexta-feira com mais de 50 autores de dez países. A maior parte das exposições vai estar patente na Casa da Cultura.

NUNO VEIGA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O 14.º Festival Internacional de Banda Desenhada (BD) de Beja começa esta sexta-feira com mais de 50 autores de dez países, como o sueco Max Andersson e o italiano Manuele Fior.

A edição deste ano do festival, que é organizado pela Câmara de Beja para divulgar um pouco de todos os formatos, géneros e estilos de BD, vai mostrar obras de autores de Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos da América, França, Itália, Portugal e Suécia, disse à agência Lusa esta semana o diretor do festival, Paulo Monteiro.

Até 10 de junho, os amantes de BD vão poder apreciar pranchas, desenhos e ilustrações de autores consagrados e novos talentos da Nona Arte, através de 21 exposições, 15 individuais e seis coletivas, espalhadas por oito espaços do centro histórico de Beja.

A maior parte das exposições — 14 – vai estar patente ao público na Casa da Cultura, que este ano volta a ser o centro do festival, e as restantes sete vão poder ser apreciadas no Teatro Municipal Pax Julia, no Museu Regional, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, no Centro Unesco, no Forno da Ti Bia Gadelha, na Galeria da Rua dos Infantes e no Palacete Vilhena.

Os portugueses Jayme Cortez, José Ruy, Luís Guerreiro, Mosi, Luís Cruz Guerreiro, Cristina Matos e Vilas, os italianos Manuele Fior, Fabio Celoni, Marco Gervasio e Rossano Rossi, o sueco Max Andersson, o francês Pierre-Henry Gomont e os brasileiros Tainan Rocha e Wagner William são os autores que vão expor individualmente.

Além das exposições, o festival vai incluir, nas arcadas exteriores da Casa da Cultura, o Mercado do Livro, com mais de 70 editores representados e cinco lojas e livrarias para venda de livros e arte original.

O festival vai ter também uma programação com várias iniciativas, como lançamentos e apresentações de livros, revistas e projetos, sessões de autógrafos e conversas com autores de BD, visitas guiadas às exposições, oficinas e ateliês de BD e “concertos desenhados”.

Ao todo, este ano, vão ser lançados 16 livros, o “recorde” do festival, frisou Paulo Monteiro, destacando os lançamentos de “5.000 quilómetros por segundo”, o novo e primeiro livro publicado em Portugal de Manuele Fior, e “Afirma Pereira”, a adaptação de Pierre-Henry Gomont do romance homónimo do escritor italiano Antonio Tabucchi.

Da programação destaca-se duas sessões, no sábado, para doação de conjuntos de obras originais dos autores portugueses Eduardo Teixeira Coelho e Fernando Relvas para o espólio do Museu da BD de Beja, que vai ser criado pelo município. O conjunto “espetacular e de valor incalculável de cerca de 150 pranchas” de Eduardo Teixeira Coelho, “o maior autor português de BD de sempre”, vai ser doado por Fabio Moraes, disse Paulo Monteiro.

Já o conjunto de obras originais de Fernando Relvas, “o autor de BD mais importante dos anos 80 do século XX em Portugal”, vai ser doado pela viúva do autor, Nina Govedarica.

O festival vai incluir também a entrega, no sábado, do Prémio Geraldes Lino 2018 ao alentejano Luís Guerreiro, que nasceu em Beja e vive em Sines e é “um autor de BD com um grande potencial”, disse Paulo Monteiro.

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