Autoridade da Concorrência

Super Bock rejeita infração à lei da concorrência e lembra que ainda não foi condenada

Super Bock rejeita "categoricamente" acusação da Autoridade da Concorrência de infração às regras da concorrência por impor preço mínimo aos distribuidores e destaca que não há decisão de condenação.

FERNANDO VELUDO/LUSA

A Super Bock Bebidas “rejeita categoricamente” a acusação da Autoridade da Concorrência de prática restritiva da concorrência, sublinhando que não cometeu qualquer infração. Em comunicado, a empresa que é visada numa nota de ilicitude (acusação) numa investigação do regulador da concorrência, sublinha que esse passo ainda não determina o resultado final do inquérito que foi iniciado em 2016, ou seja, não é uma condenação.

A empresa realça igualmente que irá exercer o seu direito de defesa “convicta que lhe será reconhecida a conformidade das suas práticas.” A Super Bock está a ser investigada por imposição de preços mínimos aos distribuidores na venda de cerveja em restaurantes, cafés e hotéis. Segundo a nota de ilicitude divulgada esta sexta-feira, esta prática durará há pelo menos 12 anos. No processo onde ainda não há uma condenação são igualmente visados seis administradores.

A Super Bock garante que sempre pautou a sua conduta pelo cumprimento das regras da concorrência e lamenta o teor do comunicado da Autoridade da Concorrência que, diz, “põe em causa o seu bom nome e reputação, num processo ainda em curso, sem qualquer decisão final proferida”. Refere igualmente que irá usar todos os meios para defender a sua idoneidade e a dos agentes envolvidos, não obstante estar disponível para colaborar com as entidades competentes.

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