NOS Alive

Ornatos Violeta voltam aos palcos para concertos no NOS Alive, Marés Vivas e festival F

2.578

A banda portuguesa, uma das mais marcantes da música nacional nos anos 1990, vai regressar aos palcos para concertos de celebração do 20.º aniversário do disco "O Monstro Precisa de Amigos".

Depois dos Ornatos Violeta, Manel Cruz tem-se dedicado a vários projetos: os Pluto, os Foge Foge Bandido e mais recentemente um percurso em nome próprio. No próximo verão, subirá ao palco do festival NOS Alive com a banda com que se notabilizou na música nacional

JOSE SENA GOULAO/LUSA

A banda Ornatos Violeta, formada por Manel Cruz (voz), Nuno Prata (baixo), Peixe (guitarra), Kinörm (bateria) e Elísio Donas (teclados), vai regressar aos palcos a 11 de julho, NOS Alive do próximo ano, para um concerto de celebração do 20º aniversário do disco O Monstro Precisa de Amigos. Tem ainda um concerto agendado para o festival Marés Vivas, no Porto, a 20 de julho, e no festival F, em Faro, a 6 de setembro.

Formado em 1991, o grupo portuense tornou-se uma das bandas mais marcantes da música portuguesa nos anos 1990, com a edição de discos como Cão! (1997) e O Monstro Precisa de Amigos (1999) e com canções como “Punk Moda Funk”, “Líbido”, “Chaga”, “Dia Mau”, “Ouvi Dizer” e “Capitão Romance”.

Tendo durado cerca de uma década, os Ornatos Violeta acabaram em 2002, regressando aos palcos dez anos depois, para concertos de celebração do início do percurso como banda nos Coliseus de Lisboa, Porto e Ponta Delgada e no festival de Paredes de Coura. Agora, está agendado novo regresso, desta feita para o Passeio Marítimo de Algés e para celebrar os 20 anos daquele que se tornou o disco mais ouvido e elogiado da banda oriunda do Porto.

O ‘Monstro’ de volta aos palcos, 17 anos depois

Dezassete anos depois da separação, a banda portuguesa de rock alternativo, formada em 1991, no Porto, sobe ao palco principal do Marés Vivas a 20 de julho, para interpretar o seu segundo e último álbum de originais, O Monstro Precisa de Amigos, disse a PEV, promotora do festival.

Editado a 22 de novembro de 1999, O Monstro Precisa de Amigos, que contou com as participações da banda portuguesa Corvos, do cantor Vítor Espadinha e de Gordon Gano, vocalista dos Violent Femmes, foi consagrado como álbum do ano nos prémios Blitz de 1999, arrecadando também os prémios de melhor voz masculina, melhor canção (com “Ouvi Dizer”) e melhor grupo português.

Em 2009, a mesma revista escolhe O Monstro Precisa de Amigos como o terceiro melhor álbum dos anos 90, atrás de Viagens, de Pedro Abrunhosa, e Mutantes S.21, da banda Mão Morta, e como um dos melhores álbuns portugueses editados entre 1960 e 2000.

Depois de se terem separado, os Ornatos Violeta regressaram em 2012 para celebrar os 20 anos da sua formação com oito concertos especiais. Antes do O Monstro Precisa de Amigos, em 1999, a banda portuguesa, composta por Manel Cruz, na voz, Nuno Prata, no baixo, Peixe, na guitarra, Kinörm, na bateria, e Elísio Donas, nos teclados, lançou em 1997 o seu primeiro trabalho, “Cão!”, com o tema “Letra S”, em dueto com a vocalista dos Clã, Manuela Azevedo.

O Festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, decorre de 19 a 21 de julho e tem já confirmada, além dos Ornatos Violeta, a presença do artista britânico Sting. A atuação de Sting, agendada para 21 de julho, insere-se numa digressão que o artista irá fazer pela Europa, no verão de 2019, intitulada “Sting: My Songs”.

A organização já anunciou a diminuição do preço dos bilhetes em 2019, depois de o Orçamento do Estado (OE) aprovado ter reposto o IVA dos espetáculos na taxa de 6%. O passe para os três dias passa para os 61 euros, menos quatro euros, enquanto o bilhete diário baixa dos 35 para os 33 euros.

Além da sua presença no Festival Marés Vivas, está confirmado que a banda vai estar também no NOS Alive, dia 11 de julho, no palco NOS. O cartaz do Festival F, em Faro, vai contar também com a banda, no dia 6 de setembro, segundo avançou a Rádio Comercial.

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: gcorreia@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)