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Mercados Financeiros

Bolsas asiáticas em queda acentuada após perdas significativas em ‘Wall Street’

As ações nipónicas deslizaram e outros mercados asiáticos também caíram na sequência das perdas significativas em Wall Street, desencadeadas pelos ataques de Donald Trump à Fed.

JEFF ZELEVANSKY/EPA

Autor
  • Agência Lusa

As ações nipónicas afundaram esta terça-feira e outros mercados asiáticos também caíram na sequência das perdas significativas em Wall Street, desencadeadas pelos ataques de Donald Trump ao banco central norte-americano.

O principal índice da bolsa de Tóquio Nikkei, no Japão, recuou uns raros 5,1% para os 19.147,45 pontos. Por sua vez, Xangai, a principal praça financeira da China, perdeu 2,1%, cotando-se nos 2.473,75 pontos.

Ao mesmo tempo, os índices de referência na Tailândia e em Taiwan também caíram.

A bolsa de Nova Iorque perdeu 2% na segunda-feira, depois do Presidente norte-americano, Donald Trump, atacar a Reserva Federal (Fed), argumentando que o banco central “não tem instinto para o mercado” e não entende as disputas comerciais.

As ações de Wall Street encaminham-se neste sentido para o pior mês de dezembro desde 1931, durante a Grande Depressão.

“O único problema da nossa economia é a Fed. Não tem instinto para o mercado, não entende a necessidade de guerras comerciais ou um dólar forte”, escreveu o líder norte-americano na rede social Twitter.

Trump comparou a Reserva Federal a um “poderoso golfista” que não consegue pontos porque não consegue dar tacadas.

No fim de semana, órgãos de comunicação norte-americanos noticiaram que Trump discutiu em privado a hipótese de demitir o presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, descontente com a decisão do banco central de subir as taxas de juro.

O secretário norte-americano do Tesouro, Steven Mnuchin, negou essas notícias e garantiu, também via Twitter, que Trump não prevê despedir Powell.

No entanto, os esforços de Mnuchin para acalmar os temores dos investidores só pareciam piorar a situação.

A maioria dos economistas espera que o crescimento económico dos EUA diminua em 2019, evitando uma recessão completa.

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