Abusos na Igreja

Abusos sexuais na Igreja em Portugal. Conte-nos a sua história

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O Observador publica esta semana várias reportagens sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal. Se tiver uma história que queira ver contada, ainda que de forma anónima, saiba como nos pode contactar.

MARIANA CÁCERES/OBSERVADOR

Ao longo de quase duas décadas, várias investigações, desencadeadas ou, pelo menos, fortemente impulsionadas pelas reportagens publicadas em 2002 no Boston Globe, revelaram de forma inequívoca que a hierarquia da Igreja Católica ocultou, de forma sistemática, milhares de casos de abusos sexuais cometidos por membros do clero.

Enquanto eram tornados públicos casos na Alemanha, Suíça, Irlanda ou Austrália — ou até na própria cúpula do Vaticano —, a Igreja em Portugal manteve-se relativamente discreta. Mais: os bispos portugueses recusam mesmo, pelo menos para já, a possibilidade de investigar a verdadeira dimensão do problema no país, argumentando que tal estudo não é necessário devido ao número reduzido de casos.

Durante esta semana, o Observador publica uma série de reportagens que resultam de uma investigação aprofundada à atuação da Igreja e da Justiça nos casos que foram tornados públicos em Portugal. Esse trabalho tornou também evidente, pelos dados recolhidos junto das dioceses, que os números não se ficarão apenas por aqueles que já são conhecidos.

A experiência mostra que todas as investigações que expuseram verdadeiramente o problema dos abusos sexuais em cada país começaram com o testemunho de vítimas ou familiares que aceitaram contar as suas histórias. O próprio Papa Francisco agradeceu recentemente aos meios de comunicação social que procuraram “fazer ouvir as vozes das vítimas”, num discurso em que pediu aos padres abusadores que se “entreguem à justiça humana”.

Assim, se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre este assunto, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

1. Pode preencher este formulário;

2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para os emails dos jornalistas que estão a investigar este tema — Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);

3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;

4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.

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...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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