Moçambique

EUA anunciam ajuda humanitária de 97 milhões para setores sociais de Moçambique

Com esta assistência financeira, a ajuda norte-americana a Moçambique sobe para 257,8 milhões de euros. Verbas que contribuem para a "jornada de desenvolvimento" depois dos ciclones Idai e Kenneth.

Os Estados Unidos assumem-se como o maior doador mundial de assistência humanitária

MIGUEL A. LOPES/LUSA

O Governo dos EUA anunciou esta sexta feira em Maputo uma ajuda no valor de 109 milhões de dólares (97 milhões de euros) para os setores sociais em Moçambique, incluindo para a assistência humanitária às vítimas dos ciclones Idai e Kenneth.

A diretora-executiva da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) em Moçambique, Jennifer Adams, assegurou a canalização do apoio, falando após a assinatura de emendas a três acordos de cooperação com Moçambique.

“Hoje estamos destinando mais 109 milhões de dólares para a jornada de desenvolvimento de Moçambique”, declarou Jennifer Adams, após rubricar os entendimentos com o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, José Pacheco.

Com a formalização da assistência financeira, vai subir para 288 milhões de dólares (257,8 milhões de euros) a ajuda norte-americana para áreas sociais em Moçambique em 2019, acrescentou.

O pacote financeiro esta sexta-feira anunciado será encaminhado para os setores da saúde, educação, agricultura, conservação da biodiversidade, bem como água e saneamento.

“Como maior doador mundial de assistência humanitária, o Governo dos Estados Unidos também está a investir em recursos significativos para ajudar as pessoas afetadas pelos ciclones que devastaram o centro e norte de Moçambique”, frisou a diretor-executiva da USAID.

Por seu turno, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, José Pacheco, destacou o momento da assinatura dos acordos, assinalando que o país deve urgentemente mobilizar recursos para a reconstrução das áreas afetadas pelos ciclones Idai e Kenneth.

“Trata-se de uma assistência que ocorre no momento em que o país se depara com inúmeros desafios, particularmente a mobilização de recursos para a reconstrução das áreas afetadas pelos ciclones Dineo, Idai e Kenneth e pelas cheias e inundações na região centro e norte”, declarou Pacheco.

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