Rádio Observador

Meteorologia

Incêndios. Três distritos de Bragança, Guarda e Castelo Branco em risco máximo

Quarenta concelhos de dez distritos estão ainda em risco muito elevado. As temperaturas estão mais baixas e esta terça-feira o céu estará nublado. Há dois distritos com risco extremo de exposição UV.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Os concelhos de Penamacor, no distrito de Castelo Branco, Sabugal, na Guarda, e Bragança apresentam esta terça-feira um risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou também mais de 40 concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Guarda, Leiria, Coimbra, Bragança, Vila Real e Viseu em risco muito elevado de incêndio.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave. Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para esta terça-feira no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade até meio da manhã, em especial no litoral oeste e no Alentejo e com possibilidade de chuvisco, podendo essa nebulosidade persistir ao longo do dia em alguns locais da faixa costeira ocidental a sul do Cabo Mondego.

Durante a tarde, prevê-se um aumento temporário da nebulosidade nas regiões Norte e Centro, sendo em especial por nuvens altas. A previsão aponta também para vento fraco a moderado do quadrante oeste, soprando moderado de noroeste no litoral oeste, onde será por vezes forte, em especial a partir da tarde com rajadas até 65 quilómetros por hora.

Nas terras altas, o vento soprará moderado do quadrante norte, temporariamente do quadrante oeste durante a tarde e soprando por vezes forte até ao início da manhã e para o final do dia. Está também prevista neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais, em especial das regiões do litoral Norte e Centro e subida da temperatura máxima no litoral Norte.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 15 graus Celsius (em Viseu, Portalegre, Évora e Beja) e os 19 (em Faro) e as máximas entre os 24 (em Leiria e Aveiro) e os 34 (em Castelo Branco).

Dois distritos do continente e Madeira em risco extremo de exposição à radiação UV

Dois distritos de Portugal continental e a ilha da Madeira apresentam ainda um risco extremo de exposição à radiação ultravioleta (UV), segundo o IPMA.

Em risco extremo estão esta terça-feira os distritos de Évora e Beja e a ilha da Madeira. O IPMA colocou também em risco muito elevado de exposição à radiação UV os distritos de Faro, Setúbal, Lisboa, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Viseu, Aveiro, Coimbra, Braga, Porto, Viana do Castelo, Vila Real, Guarda e Bragança, as ilhas do Faial e Terceira (Açores) e a ilha do Porto Santo.

Em risco elevado estão, segundo o IPMA, o distrito de Leiria e as ilhas de S. Miguel e Flores (Açores).

O IPMA recomenda em caso de risco extremo que a população evite a exposição ao sol o mais possível. Para as regiões com risco muito elevado e elevado, o IPMA recomenda a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol, protetor solar e evitar a exposição das crianças ao Sol.

O índice ultravioleta varia entre 1 e 2, em que o risco de exposição à radiação UV é baixo, 3 a 5 (moderado), 6 a 7 (elevado), 8 a 10 (muito elevado) e superior a 11 (extremo). O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)