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Neymar

Ministério Público decide não acusar Neymar por violação

"Decidimos pelo arquivamento por não haver provas suficientes do que foi alegado pela própria vítima", explica a procuradora do caso. Flávia Merlini diz que não há provas para formar uma acusação.

A modelo brasileira Najila Trindade acusou Neymar de a violar no dia 15 de maio, em Paris

Marcelo Chello/EPA

O Ministério Público (MP) de São Paulo recomendou esta sexta-feira o arquivamento da queixa de violação contra o futebolista brasileiro Neymar, alegando insuficiência de provas para acusar o avançado do Paris Saint-Germain.

“Após mais de um mês de exaustiva diligência feita pela delegacia e pelo acompanhamento do MP, decidimos pelo arquivamento por não haver provas suficientes do que foi alegado pela própria vítima”, afirmou a procuradora Flávia Merlini, em conferência de imprensa.

A modelo brasileira Najila Trindade apresentou uma queixa em 31 de maio, acusando Neymar de a ter violado no dia 15 do mesmo mês, num hotel de Paris.

“É impossível saber o que se passou entre quatro paredes. É a palavra dela contra ele, e não dispomos de provas suficientes para formar uma acusação”, acrescentou a procuradora, sublinhando as contradições no inquérito. “Todas as provas circunstanciais entram em contradição com o que foi alegado”, disse.

Nos próximos dias, um juiz de primeira instância terá de decidir se encerra o caso ou não, e Flávia Merlini explicou que “o arquivamento não é uma absolvição”, esclarecendo que o inquérito pode ser reaberto a qualquer momento se houver elementos novos que o justifiquem.

No dia 30 de julho, a polícia de São Paulo já tinha indicado que não tinha indícios suficientes para avançar com o processo contra o jogador mais caro de sempre, que há dois anos trocou o FC Barcelona pelo PSG por 222 milhões de euros.

Neymar admitiu a relação, mas disse sempre que tinha sido consentida e que tinha sido vítima de uma armadilha, enquanto o pai denunciou tentativas de extorsão.

O avançado, de 27 anos, foi interrogado em 13 de junho num posto da polícia de São Paulo, enquanto Najila Trindade foi ouvida pelas autoridades em várias ocasiões.

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