Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Recorda-se dos primeiros tempos da pandemia, logo depois de ter passado aquela fase em que a diretora-geral de Saúde garantia que “não valia a pena” usar máscaras e de ter adaptado o discurso para a questão da “falsa sensação de segurança”?

Pois bem, mais de seis meses e de 69 mil infeções depois, 1.920 delas fatais, o que não falta é quem continue a cometer erros básicos na utilização da máscara — que desde esta segunda-feira até já está recomendada em espaços abertos, sempre que a distância de segurança entre pessoas seja impossível de cumprir.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.