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Donos de restaurantes, pais com filhos a regressar a atividades extracurriculares e desportivas e famílias inteiras. Tem sido este o perfil de quem compra autotestes nas farmácias de Lisboa, escreve esta sexta-feira o Diário de Notícias.

Ainda que a procura na zona de Lisboa seja superior à do Porto, a Associação Nacional de Farmácias revela ao diário que nos 13 primeiros dias de abril — depois da aprovação do teste da Roche pelo Infarmed — já se venderam 104 mil autotestes. Os utilizadores consideram que é um “teste fiável, barato e rápido de fazer”. Quem se confronte com dificuldades em realizar o teste poderá ainda contar com a ajuda dos farmacêuticos no local da compra.

Dos 199 mil testes vendidos para a Covid-19 nos 13 primeiros dias deste mês 95 mil foram testes de antigénio realizados nas farmácias. Nos 104 mil autotestes foram identificados mais de 100 positivos que foram notificados às autoridades de saúde.

Segundo dados recolhidos pelo DN junto de farmácias no Porto, os proprietários relatam que “não há uma procura frenética”, tendo a maior procura ocorrido na altura da Páscoa.

Mas nem tudo corre bem com os autotestes. Numa das farmácias o DN ouviu a explicação de uma pessoa que pretendia viajar para França e que apresentou o certificado do autoteste para poder viajar, algo que não é aceite. De acordo com as normas da DGS os testes para quem viaja têm que ser PCR.

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