Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O primeiro eclipse lunar do ano foi um eclipse total, com a Lua a ficar completamente tapada — mas as pouco mais de cinco horas que durou o processo completo tornaram-no no segundo mais curto do passado e futuro (do ano 1600 ao ano 2599), refere o site timeanddate.com. Considerando a fase em que a Lua está totalmente tapada, a duração de 14 minutos é a décima mais curta para o mesmo período de 1.000 anos.

[Se quiser ver o eclipse a partir do Havai, onde acompanharam o evento em direto.]

A Lua começou a entrar na penumbra pelas 9h47 (hora de Lisboa) e foram precisos cerca de 40 minutos para que dois terços estivessem na sombra. Só passada uma hora, pelas 10h44, é que a Lua entra na sombra e se torna possível ver (ou deixar de ver) alguma coisa. O eclipse total, propriamente dito, começou às 12h11 e durou até às 12h25 (os tais 14 minutos entre os mais curtos da história). A partir das 13h52, a Lua saiu totalmente da sombra, terminando a última fase do eclipse pelas 14h49.

A última superlua do ano vem com um eclipse que não se consegue ver

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Se não teve oportunidade de ver o eclipse, pode sempre ver a superlua esta noite, que vai nascer às 19h29 e vai desaparecer do céu às 6h32. A melhor hora para observar a segunda e última superlua de 2021 será pelas 21h14, lê-se no site do Observatório Astronómico da Universidade de Lisboa (OAL): “Nessa altura, a Lua vai parecer maior do que o habitual, não apenas devido à ocorrência de Superlua, mas também porque estando próxima do horizonte vê-se mais ampliada, o que é apenas uma ilusão de ótica.”

Atualizado com novas fotografias às 16h35 e às 23h59