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O presidente-executivo do Millennium BCP, Miguel Maya, já o disse várias vezes aos jornalistas portugueses: “O BCP não comenta política. Ponto“. Mas numa apresentação a investidores, em Londres, o economista-chefe do banco revelou que veria com bons olhos que o PS tivesse uma maioria absoluta nas próximas eleições, para que a “extrema-esquerda” saísse do poder. O banco apresenta esta quinta-feira os resultados relativos ao exercício de 2018, com lucros que deverão superar os 300 milhões de euros — e que o mercado antecipa que poderão ser suficientes para que a administração abra a porta ao pagamento de dividendos, pela primeira vez em 10 anos.

Foi uma sessão fechada, apenas para investidores, no roadshow que foi feito no âmbito da emissão de títulos financeiros que o BCP realizou no final de janeiro (pelos quais acabaria por pagar um juro superior a 9%). Mas o Observador teve acesso à apresentação feita pelo economista-chefe do banco, José Maria Brandão de Brito, onde o banco “vende” Portugal como um país onde o “estouro foi grave, mas a recuperação tem sido inegável e firme, desde 2013“.

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