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A terceira e última fase do concurso nacional de acesso decorre entre 21 e 25 de outubro

Ana Martingo

A terceira e última fase do concurso nacional de acesso decorre entre 21 e 25 de outubro

Ana Martingo

Nota mais alta foi para Medicina, no Porto. Veja aqui se é um dos 9.154 colocados na 2.ª fase de acesso ao Ensino Superior

Nesta 2.ª fase, 39,8% dos 22.953 candidatos conseguiram lugar no ensino superior. Nota mais alta foi de 195,2 pontos. Entraram 281 alunos em cursos com elevado nível de excelência de candidatos.

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São notas mais elevadas do que na 1.ª fase, mas muito menos alunos colocados. Em nove cursos, todos os 25 alunos entraram com médias superiores a 19 valores. Na fase anterior, foram 279 alunos divididos por dois cursos. A nota mais alta foi alcançada no curso de Medicina da Universidade do Porto, onde o último colocado (foram apenas dois) entrou com 195,2 pontos. A seguir, a segunda média mais alta foi a Engenharia Aeroespacial, na Universidade de Aveiro, onde o único estudante a conseguir lugar, graças a uma vaga aberta por recolocação, entrou com 194,8 pontos. As colocações da 2.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior foram reveladas às 00h01 desta quinta-feira, com mais 9.154 estudantes a conseguirem abrir caminho na vida académica, 281 destes colocados em cursos com elevado nível de excelência de candidatos.

Alunos de 18. A receita que dá médias altas tem muitos ingredientes

Feitas as contas, apenas 39,8% dos candidatos conseguiram garantir lugar nas universidades e politécnicos do país, o valor mais baixo dos últimos anos e que tem estado em queda. Em 2020, foram 43%. No ano anterior, 50,9% dos candidatos conseguiram colocação e, antes disso, em 2018, tinham sido 55%.

[Pode consultar os resultados na tabela disponibilizada pelo Observador ou procurar os dados individuais na página da Direção-Geral do Ensino Superior.]

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A nota mais alta foi para Engenharia Aeroespacial. Em Medicina, no Abel Salazar, todos os alunos entraram com mais de 19 valores

Os alunos que agora entram com as médias mais elevadas estão nos cursos habituais, Medicina e Engenharias, sendo a exceção o curso de Design de Comunicação, da Universidade do Porto, onde o único aluno que conseguiu colocação tinha uma média de 191,5 pontos.

Da lista, constam mais dois cursos de Medicina, o da Universidade do Minho (192,7) e o da Universidade de Coimbra (191,7), além de dois cursos do Instituto Superior Técnico. São eles, Engenharia Aeroespacial — que teve a nota mais alta da 1.ª fase (190,5), valor que sobe agora para 191,8 pontos com 8 colocados — e Engenharia Física Tecnológica (191,3).

A lista completa-se com duas formações ministradas no Porto. O curso de Engenharia e Gestão Industrial, da Faculdade de Engenharia (192,5), e o mesmo curso do Instituto Superior de Engenharia do Porto (191,7).

Maioria dos colocados entrou em institutos politécnicos

Como habitualmente, nesta fase do concurso, as posições invertem-se e deixam de ser as universidades a receber o maior número de alunos. A divisão? A maioria dos estudantes, 4.822 no total, conseguiu lugar nos politécnicos (5.253 no concurso anterior) e 4.272 entraram em universidades (4.534 em 2020).

Somadas as duas fases, há já cerca de 51 mil novos estudantes (51.431) no ensino superior, um número que, apesar de ser bastante elevado, não é suficiente para bater o do ano passado quando, nesta altura, já tinham ingressado no ensino superior cerca de 54 mil novos estudantes (53.984), um aumento de 16% face a 2019.

No comunicado enviado pelo Ministério do Ensino Superior, revela-se ainda que 89% dos alunos que entraram na 1.ª fase já fizeram matrícula e inscrição. Assim, mantém-se a previsão do ministro Manuel Heitor de que este ano entrarão 100 mil alunos no ensino superior, público e privado, através das diferentes vias de acesso.

Nesta fase, 72% dos candidatos conseguiram um lugar numa das suas três primeiras opções, um valor ligeiramente abaixo do registado no ano passado, quando foram 74%.

Terminada a 2.ª fase, resta ainda a terceira com um pouco mais de 4 mil vagas disponíveis. Destas, 3.639 estão disponíveis em politécnicos e 802 em universidades. Pode consultar todas as vagas sobrantes na tabela abaixo.

Quando arranca a próxima fase?

Para os estudantes agora colocados, a matrícula e inscrição é realizada entre 14 e 18 de outubro.

Depois de conhecidos os colocados da 2.ª fase, sobram ainda 4.441 vagas para a fase final de acesso ao ensino superior que podem ser colocadas a concurso ou não. Essa decisão cabe às universidades e politécnicos, que irão decidir se abrem as vagas ou se as utilizam para concursos especiais e para os universitários que pretendem mudar de curso/instituição.

A decisão final é conhecida a 21 de outubro e divulgada no site da Direção-Geral do Ensino Superior onde, desde as 00h01 de quinta-feira, 14 de outubro, podem ser consultadas as colocações desta 2.ª fase.

Institutos superiores pelas costuras, outros a sair do campus para ir até casa dos alunos. Haverá lugar no ensino superior para tanta gente?

A terceira e última fase do Concurso Nacional de Acesso de 2020 decorrerá entre 21 e 25 de outubro e os resultados dessas últimas colocações serão conhecidos no dia 29 do mesmo mês.

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