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Será uma coincidência de agenda, mas não deixa de ter significado. Xi Jinping aterra esta terça-feira em Lisboa menos de duas semanas depois de João Lourenço ter visitado Portugal. China e Angola foram os grandes investidores estrangeiros nos anos da crise portuguesa, comprando empresas estratégicas e assumindo participações relevantes em grupos financeiros.

Mas se o presidente angolano chegou para acabar de vez com o “irritante” — causado pela investigação da justiça portuguesa ao ex-vice presidente da Angola Manuel Vicente — e no meio de notícias de desinvestimento da petrolífera Sonangol em Portugal — que João Lourenço afastou no caso do BCP, mas deixou a porta na Galp Energia — a visita de Xi Jinping deverá dar um sinal contrário. As relações entre Portugal e China discutem-se sobretudo no plano económico e o discurso do Governo dirige um apelo ao investimento direto em projetos na economia nacional, depois das empresas e dos ativos estratégicos.

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