Enquanto dormia… |
… conheciam-se mais detalhes sobre o que terá estado na origem do acidente do elevador da Glória. E há um dado que pode mudar tudo: afinal, e segundo apurou o Observador junto de fontes conhecedoras do processo, o cabo que garante a circulação do funicular pode não se ter partido. Sendo descartada por completo aquela que era tida como a hipótese mais provável do acidente, serão obrigatórias análises complementares. No liveblog do Observador pode seguir os acontecimentos ao minuto. |
- Empresa que mantinha ascensor ganhou 4 milhões do Estado. A MNTC, mais conhecida por Main, fazia há seis anos a manutenção do ascensor. A partir desta semana, passou a fazê-la ao abrigo de um contrato por ajuste direto. Diretor da empresa esteve incontactável.
- Elevador da Glória foi alvo de inspeção na manhã do acidente. De acordo com um documento a que o Observador teve acesso, o elevador da Glória foi alvo de inspeção na manhã do acidente e foi garantindo que “tinha todas as condições para operar”.
- As causas do acidente, a questão da manutenção e os próximos passos. As respostas (possíveis) do presidente da Carris, Pedro Bogas, sobre o acidente com o elevador da Glória.
- Vítimas e familiares têm direito a indemnizações. Há consenso de que haverá um enquadramento de responsabilidade civil no acidente, com indemnizações às vítimas. Mas também poderá haver o apuramento de responsabilidades do ponto de vista criminal.
- Turismo acredita que Lisboa não vai perder visitantes. Pouco impacto no número de turistas, alguma desconfiança no que toca a equipamentos como ascensores e elétricos típicos de Lisboa. Depois do acidente, setor do turismo pede “confiança e tranquilidade”.
- Moedas fragilizado prepara-se para aguentar embate político. Montenegro tentou proteger presidente da Câmara de Lisboa de ataques da oposição. Marcelo serviu de escudo humano. Equipa do autarca reconhece que a situação política se complicou muito. Investigações vão permitir perceber o grau de responsabilidade. Alexandra Leitão não exigiu a demissão, mas pressionou Moedas.
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Noutras notícias, continua o julgamento da Operação Marquês. Na oitava sessão, José Sócrates iniciou o último dos blocos temáticos admitindo a amizade com Armando Vara e negando qualquer conhecimento sobre Vale do Lobo, depois de tentar refutar favores ao Grupo Lena. |
Lá fora, destaque para um acordo importante: em Paris, 26 membros da Coligação das Vontades comprometeram-se com garantias de segurança em caso de um acordo de paz. Países estão prontos para enviar tropas ou mobilizar contingentes “por terra, pelo mar e pelo ar” de forma a proteger o “povo ucraniano e manter o cessar-fogo assim que este for implementado, garantindo a paz”. |
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