Esta manhã, enquanto preparava o pequeno-almoço, recebi uma mensagem alarmante:

“Cabrões dos nazis! Allez les bleues [sic]!”

Como demoro sempre a entrar no ritmo, continuei a fazer o café, as torradas e o sumo de bagas colhidas minutos atrás nos arbustos defronte da minha casa. O remetente da mensagem, pessoa que nunca me dera motivos para desconfiar da sua sanidade mental, insistiu:

“Que nojo de país! Detesto a história dos gajos! Vão ser goleados.”

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