Deste montante, 38 milhões destinam-se a ajudar os governos dos países afetados a melhorarem os seus serviços de saúde durante a crise do vírus e ainda na fase de recuperação.

Outros cinco milhões irão custear o fornecimento de laboratórios móveis para a deteção do ébola e a formação dos profissionais de saúde.

Uma fatia de 97,5 milhões irá financiar operações de apoio orçamental à Libéria e à Serra Leoa, a fim de reforçar a capacidade de prestação de serviços públicos — nomeadamente cuidados de saúde — e a estabilidade macroeconómica.

O apoio financeiro de Bruxelas abarca ainda as áreas da segurança alimentar, do abastecimento de água e do saneamento.

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A Comissão Europeia tem vindo a intensificar a sua resposta à epidemia desde março de 2014 e comprometeu-se a disponibilizar um total de 11,9 milhões de euros em ajuda humanitária (incluindo oito milhões de euros dos 38 milhões de euros acima referidos para reforçar os sistemas de saúde).

Foram destacados peritos em ajuda humanitária para a região, a fim de acompanhar a situação e assegurar a ligação com as organizações parceiras e as autoridades locais.